Uso da tecnologia nas empresas evolui e impulsiona novos modelos de negócio

Publicado em 10/04/2026, às 11h30
- A tecnologia consolidou-se como uma ferramenta de eficiência nas empresas (Imagem: ImageFlow | Shutterstock)

Redação EdiCase

Nos últimos anos, a tecnologia consolidou seu papel nas empresas como ferramenta de eficiência. Sistemas foram estruturados para otimizar processos, reduzir falhas e automatizar rotinas, atendendo a uma demanda crescente por produtividade. Esse movimento trouxe ganhos significativos, mas também evidenciou um limite: a predominância de uma lógica voltada à correção, e não à criação.

LEIA TAMBÉM

Ainda hoje, grande parte do mercado utiliza a tecnologia de forma reativa, acionando soluções principalmente diante de problemas ou da necessidade de aprimorar estruturas já existentes. Nesse cenário, seu uso permanece concentrado no suporte operacional, apesar do potencial mais amplo que as ferramentas digitais oferecem.

Do suporte operacional ao potencial estratégico

Para Pablo Rodrigues Nunes, CEO da Brevya, essa abordagem não contempla todas as possibilidades. Segundo ele, o uso estratégico da tecnologia pode ir além da melhoria de processos e contribuir diretamente para a criação de novos modelos e dinâmicas de negócio.

Essa mudança de perspectiva propõe uma inversão na forma como as empresas lidam com inovação. Em vez de focar apenas a solução de problemas específicos, a discussão passa a considerar quais novas estruturas podem surgir a partir de tecnologias já consolidadas. Plataformas amplamente utilizadas, como o WhatsApp, deixam de ser apenas canais de comunicação para assumir funções mais complexas dentro das operações e do relacionamento com clientes.

Uso estratégico da tecnologia nas empresas amplia as possibilidades de atuação (Imagem: Pixel-Shot | Shutterstock)

Uma nova forma de pensar a tecnologia nos negócios

Esse movimento também altera o papel da tecnologia dentro das organizações. De instrumento voltado à eficiência, ela passa a ser incorporada como vetor de desenvolvimento, ampliando as possibilidades de atuação e criação dentro do ambiente corporativo.

“Não se trata apenas de usar a tecnologia para resolver o que já existe, mas de investigar o que ainda pode ser construído a partir dela. Quando as empresas passam a olhar para as ferramentas dessa forma, elas deixam de operar apenas no campo da eficiência e começam a expandir o próprio modelo de negócio”, afirma Pablo Rodrigues Nunes.

Por Ana Carolina Freitas

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Banhos energéticos: 5 opções para atrair equilíbrio e boas energias 4 flores fáceis de cuidar que vão deixar seu jardim lindo no outono Astrologia e conquista: veja o que chama a atenção de cada signo Entenda como o consumo excessivo e ocasional de álcool é um risco para o fígado