Vamos conhecer o sanduíche Pastrami?

Publicado em 24/08/2018, às 00h41 - Atualizado em 03/09/2018, às 08h42
-

Redação

Eu, se fosse você, iria correndo provar o sanduíche Pastrami, do Tamarineira Bar. O mais novo sanduba tem edição limitada, pois o processo de preparo da carne pastrimi é trabalhosa, mas o resultado é maravilhoso: o corte de coxão mole é macio, suculento, e levemente defumado.  A carne passa sete dias na salmora com sal, açúcar e especiarias. Então chegue cedo, porque vale a pena.

LEIA TAMBÉM

O chef da Tamarineira, Ramiro Ribeiro, conheceu o modo de fazer do pastrami em São Paulo. Ele se arriscou a preparar a iguaria, mesmo sem ter uma defumadora. Mas não existe limite na cozinha, e o bom rapaz improvisou na panela uma grelha, adicionou ervas e deixou a carne durante três horas no calor e na fumaça. Deu certo! A beldade é servida com molho de mostarda, picles de pepino, no pão caseiro preparado por Nilton da Silva, que é cheio de leveza e sem aroma de fermento. Muito legal.

Novidade: Na Tamarineira os pães são produzidos na casa

O pastrami surgiu na região dos Bálcãs, nome histórico e geográfico para designar a região sudeste da Europa. Ele foi criado como um método de conservar a carne e se popularizou nos Estados Unidos. Claro, Ramiro adaptou para a realidade alagoana.

Arrumadinho de carne de sol (macia) ganhou uma versão agridoce

Outra novidade da casa é o arrumadinho de carne de sol, com o leve agridoce no molho que agradou os fãs da Tamarineira. Eu prefiro sem o adocicado. A carne é macia e o feijão novinho em folha.

O Tamarineira tem dois meses e tá danado de bom. A cada semana apresenta novidades difíceis de resistir. É só seguir o instagram @tamarineirabar, comandado pela rapaziada (Ramiro, Carol e Nilton).

Cuscuz com filé de carne de sol suína, outra dica saborosa da Tamarineira

Gente nova – Ramiro é jornalista, mas resolveu investir nas panelas, ganhou diploma de gastrônomo e iniciou a carreira em restaurantes e hamburgueria, até que um dia resolveu ter sua própria cozinha Com apoio do seu investidor, o seu pai, de quem herdou o nome, Ramiro, abriu a Tamarineira, cozinha afetiva.

Ganhou o povo – Torta de chocolate amargo polvilhado com paçoca entrou definitivamente no cardápio

Tamarineira remete ao nome do bairro em Recife, a árvore frondosa que tinha na rua e na escola de Ramiro. “Meus pais tinham um boteco e minha mãe ,Dynah, cozinha muito bem, como o cuscuz e a galinha. Já o meu pai fazia carne de sol para vender no mercadinho. Com eles aprendi a gostar da gastronomia regional”, diz o chef, que trouxe as boas lembranças da capital pernambucana para seu botequinho em Maceió, com comidas saborosas, bom custo benefício e que lembra um cantinho familiar, delicioso para espraiar.

Rota Tamarineira

Preços dos sanduíches de R$ 14,00 até R$ 20,00/ Petiscos: de R$8,00 a R$10,00/ Cuscuz refogado com carne – R$ 14,00/ Aceita-se cartões

Horario: De segunda à sábado, das 16h até 22h

Rua Deputado Abelardo Lopes, Galeria Luz, loja B, Conjunto Santo Eduardo- Poço/ Telefone:(82) 99960-9054/ Depois do Passaporte do Careca (Santo Eduardo) entra na primeira esquerda

Gostou? Compartilhe

LEIA MAIS

Domingo tem Baião de Dois gratuito do chef Picuí no Mercado das Artes 31. Bora? Senac leva oficinas gratuitas de culinária nordestina à Artnor. Bora? Costela do Paraíba, parada obrigatória na Jatiúca Que maravilha: chef Dan cria caipirinha Pé na Jaca