Redação EdiCase
Marie Curie foi uma das cientistas mais importantes da história. Primeira mulher a receber um Prêmio Nobel e única pessoa a conquistar a premiação em duas áreas científicas diferentes, Física e Química, ela se destacou não apenas pelas descobertas que transformaram a ciência, mas também pela determinação diante de obstáculos pessoais e profissionais.
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Suas reflexões revelam valores como perseverança, responsabilidade, curiosidade e dedicação ao conhecimento. Mais de um século depois, seus pensamentos continuam inspirando pessoas que buscam crescer, aprender e enfrentar desafios com coragem.
A seguir, veja frases inspiradoras de Marie Curie sobre ciência, coragem e perseverança!
“A vida não é fácil para nenhum de nós. Mas e daí? Devemos ter perseverança e, acima de tudo, confiança em nós mesmos”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie, em carta endereçada ao seu irmão em 1894.
“Devemos acreditar que temos um dom para algo e que esse algo, custe o que custar, deve ser alcançado”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie, em carta endereçada ao seu irmão em 1894.
“Na ciência, devemos nos interessar pelas coisas, não pelas pessoas”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie, em carta endereçada a Joseph Skłodowski, um dos irmãos de Marie Curie, em 1904.
“Nunca se percebe o que já foi feito; apenas se vê o que ainda resta fazer”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie.
“Não podemos esperar construir um mundo melhor sem aprimorar o indivíduo. Para isso, cada um de nós deve trabalhar em prol do seu próprio desenvolvimento máximo, aceitando, ao mesmo tempo, a sua parcela de responsabilidade na vida da humanidade como um todo”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie.
“Um cientista no seu laboratório não é apenas um técnico: é, também, uma criança colocada à frente de fenômenos naturais que impressionam como se fossem um conto de fadas”.
A frase aparece reproduzida na biografia “Madame Curie” (1937), escrita por sua filha, Eve Curie.
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