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Viajar pelo mundo ficou mais fácil para brasileiros, aponta ranking internacional

Publicado em 13/05/2026, às 21h39
- Reprodução

Galileu

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O passaporte mais poderoso do mundo é o de Singapura, que permite acesso direto a 192 países no planeta sem necessidade de visto. Quem aponta essa liderança é o ranking Henley Passport Index, atualizado quatro vezes por ano. A última revisão é de janeiro de 2026 e pode ser conferida no site oficial.

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Esse ranking é elaborado pela consultoria Henley & Partners com base em dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) e avalia 199 passaportes de acordo com a quantidade de países que cada nacionalidade pode visitar sem a necessidade de visto prévio.

Quem tem disparado nesse ranking são os Emirados Árabes Unidos, que, em duas décadas, avançaram 57 posições e hoje superam passaportes como o do Reino Unido e o da Austrália. O país conseguiu isso por meio de engajamento diplomático, uma política estratégica de vistos e a expansão de parcerias bilaterais e multilaterais.

O passaporte brasileiro tem recuperado aos poucos seu lugar. No começo dos anos 2010, ele costumava ficar sempre no top 15, mas caiu de posições entre 2015 e 2018, chegando a ocupar o 19° lugar. Depois da pandemia, fomos subindo: 18° em 2023, 17° em 2024, 16° em 2025 e agora nosso passaporte figura no 15° lugar, garantindo o livre acesso a 168 países.

Na América Latina, a disputa costuma ser assim: o Chile é geralmente o passaporte mais forte, Brasil e Argentina ficam alternando o segundo lugar e o Uruguai vem firme em quarto.

Os passaportes mais poderosos do mundo (em janeiro de 2026)

1) 192 países – Singapura

2) 187 países – Japão, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos

3) 186 países – Suécia

4) 185 países - Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Suíça

5) 184 países – Áustria, Grécia, Malta, Portugal

6) 183 países – Hungria, Malásia, Polônia, Reino Unido

7) 182 países – Austrália, Canadá, Tchéquia, Letônia, Nova Zelândia, Eslováquia, Eslovênia

8) 181 países – Croácia, Estônia

9) 180 países – Liechtenstein, Lituânia

10) 179 países – Islândia, Estados Unidos

11) 177 países – Bulgária e Romênia

12) 176 países – Mônaco

13) 174 países – Chile, Chipre e Hong Kong

14) 169 países – Andorra

15) 168 países – Argentina e Brasil

E os mais fracos?

Figurar baixo no ranking é resultado de uma série de fatores como instabilidade política, economia fraca e guerras. Um passaporte fraco geralmente significa que o viajante vai encontrar mais burocracia, custos de visto mais altos, menos privilégios de viagem e tempos de espera mais longos para viajar.

A pobreza acaba sendo um fator muito influente para a força do passaporte. A Henley & Partners afirma que os países, em geral, “estão mais dispostos a abrir suas fronteiras para cidadãos de países mais ricos porque isso provavelmente trará maiores dividendos econômicos na forma de comércio, turismo e investimento”.

96) 35 países – Nepal e Coréia do Norte

97) 32 países – Somália

98) 31 países – Paquistão e Iêmen

99) 29 países – Iraque

100) 26 países – Síria

101) 23 países – Afeganistão

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