Vício em celular: 5 dicas para deixar a tecnologia um pouco de lado

Publicado em 18/06/2026, às 20h22
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CNN Brasil

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O uso de celulares pode ter lados positivos, mas também negativos. O vício em dispositivos eletrônicos pode afetar a rotina de crianças, adolescentes e até mesmo adultos, que podem desenvolver problemas de atenção e produtividade. Existem, no entanto, formas de diminuir essa dependência e transformar a hiperconectividade em algo natural.

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À CNN Brasil, a professora Sarah Batista Santos, da Fundação Darcy Vergas, orienta que pelo menos 5 passos sejam seguidos para diminuir a dependência das telas no dia a dia.

Criar momentos fixos sem telas

Ter uma rotina com horários bem estabelecidos ajuda a fortalecer vínculos familiares, diminui o cansaço e reduz o uso excessivo e automático dos dispositivos na rotina.

Construir regras em conjunto

Em relação aos filhos, é importante criar horários, tempo de tela e quais tipos de conteúdos podem ser consumidos. No caso dos adolescentes, é importante que ele participe das decisões para desenvolver mais responsabilidade sobre os próprios hábitos digitais.

Incentivar atividades e hobbies

Realizar atividades fora do ambiente tecnológico pode ser um grande incentivo para que o celular se torne apenas uma ferramenta, e não uma obsessão no dia a dia.

Conversar sobre o que é consumido nas redes

Se atentar ao que é consumido nas redes sociais pode ser uma forma de direcionar o uso do celular e de outras telas. Questionar exageros e possíveis desinformações pode desenvolver o pensamento crítico e até a autonomia digital.

Ser um exemplo sobre o uso da tecnologia

Para que crianças e adolescentes diminuam o uso do celular, é necessário que o adulto seja um exemplo a ser seguido. As conversas sobre o excesso do uso de telas para ser um caminho para que o consumo passe a ser algo mais saudável dentro de casa.

Problema afeta jovens

Muitas crianças e adolescentes podem enfrentar problemas com o abuso do uso de celulares. Um desses pontos negativos se refere ao pensamento crítico, que deve ser exercitado.

“A tecnologia trouxe benefícios importantes para a rotina dos jovens, especialmente no acesso à informação e na organização das atividades. Mas o excesso de conteúdos prontos e sugestões automáticas também pode reduzir processos criativos e dificultar o desenvolvimento do pensamento crítico. Por isso, é essencial ensinar não apenas o uso das ferramentas, mas também a reflexão sobre aquilo que consumimos”, afirma Sarah.

“A participação da família é fundamental para orientar e acompanhar o uso da tecnologia no cotidiano. Mais do que controlar, é importante dialogar, estabelecer limites equilibrados e ajudar crianças e adolescentes a desenvolver responsabilidade e bom senso no ambiente digital”, conclui.

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