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A jornalista Cristina Ranzolin, apresentadora do Jornal do Almoço, da RBS TV, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, emocionou os telespectadores ao tomar ao vivo o último comprimido de seu tratamento contra o câncer de mama.
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O momento foi exibido durante a edição do telejornal e marcou o encerramento de uma jornada que durou quase seis anos.
Emocionante ver a Cristina Ranzolin concluindo ao vivo no #JornaldoAlmoço o tratamento dela contra o câncer de mama pic.twitter.com/sPaEzCo68z
— Paulo 📺 (@midiaspaulo) June 19, 2026
Durante a transmissão, Cristina, que já apresentou o Jornal Nacional, destacou a importância do trabalho durante o período de recuperação. "É uma vitória muito especial. Decidi tomar o último remédio ao vivo porque esse lugar (o telejornal) foi muito importante no meu tratamento: me manter trabalhando, ativa, fazendo o que eu gosto, me ajudou muito".
A apresentadora também relembrou que precisou fazer uso de um bloqueador hormonal por cinco anos após enfrentar a doença. Segundo ela, o medicamento fazia parte de uma estratégia para evitar que hormônios estimulassem o crescimento de possíveis células tumorais.
"No tumor que tive, os hormônios poderiam servir como uma espécie de combustível. Esses 5 anos voaram e, felizmente, eu não tive os efeitos colaterais que podem aparecer com essa medicação. E aqui estou, cheia de saúde, para tomar o último comprimido".
O diagnóstico de câncer de mama foi revelado em novembro de 2020, também durante o Jornal do Almoço. Desde então, ela passou por um longo tratamento, que incluiu sessões de quimioterapia, imunoterapia, cirurgia, radioterapia e o uso contínuo do bloqueador hormonal.
Nas redes sociais, a jornalista deu detalhes sobre o tratamento. Ela contou que realizou 18 sessões de quimioterapia, 18 de imunoterapia, uma cirurgia e 15 sessões de radioterapia. "Hoje encerrei com chave de ouro meu tratamento contra o câncer de mama. De ouro porque estou curada e cheia de saúde!", escreveu nas redes.
Cristina também agradeceu o apoio recebido ao longo dos últimos anos e disse esperar que sua história sirva de incentivo. "É possível vencer um câncer de mama sem grandes sofrimentos", afirmou.
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