VÍDEO: Mulher suspeita de invadir casa e matar 2 idosos sorriu e apontou arma para câmera antes de fugir

Publicado em 25/04/2024, às 11h44
nes Gemilaki, de 48 anos, Bruno Gemilaki Dal Poz, de 28 anos | Foto: Reprodução -

g1

Um novo vídeo, obtido pelo g1, mostra a pecuarista Ines Gemilaki, de 48 anos, sorrindo e apontando uma arma de fogo para uma câmera de segurança no último domingo. O filho dela, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, de 28 anos, também aparece apontando uma espingarda calibre 12 para a câmera e, aparentemente fazendo um disparo.

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A imagem foi gravada logo após os dois deixarem a casa que invadiram em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá. O ataque resultou na morte de dois idosos e deixou um padre ferido. Nas imagens, antes de os dois olharem para a câmera, é possível ver Ines saindo de dentro da casa, enquanto Bruno a aguardava próximo ao portão. Na terça-feira (23), Marcio Ferreira Gonçalves, marido de Inês, e o irmão dele, Eder Gonçalves Rodrigues, que participaram do crime, foram presos em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. Ines e Bruno se entregaram à polícia no mesmo dia e foram presos preventivamente.

A defesa dos investigados ainda não se manifestou sobre o caso. Segundo a polícia, eles devem responder pelos crimes de duplo homicídio e associação criminosa. Imagens de duas câmeras de segurança mostram que ao menos oito pessoas estavam na casa quando a mulher entrou atirando. O filho foi ao quintal e também efetuou disparos. Ines, que aparece de blusa azul, estava com uma pistola, e Bruno, de branco, estava com uma espingarda calibre 12.

Em outro trecho do vídeo, mãe e filho apareceram fugindo, carregando as armas de fogo. A polícia, que ainda investiga o caso, suspeita que a motivação do crime seja um desacordo comercial envolvendo pagamentos de aluguel da casa invadida. Segundo a polícia, o principal alvo do ataque era o dono da casa, que não foi atingido pelos tiros.

Momentos depois do crime, mãe e filho foram flagrados comprando cerveja, água e refrigerantes, na conveniência de um posto de combustível, na cidade Matupá, a cerca de 13 km do local do homicídio, durante a fuga. Uma câmera de segurança da conveniência registrou o momento em que a suspeita apressou a atendente, enquanto falava ao telefone.

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