Redação
Uma mulher misteriosa, um encontro inesperado e uma capa preta. Esses são alguns dos elementos de uma das lendas urbanas de Maceió que acaba de ganhar uma versão audiovisual. A história da Mulher da Capa Preta, associada ao Cemitério Nossa Senhora da Piedade, no bairro do Prado, foi transformada em um curta-metragem produzido com auxílio de inteligência artificial (IA).
LEIA TAMBÉM
Com duração de 3 minutos e 55 segundos, a produção é assinada por Isaac Smith, responsável pelo roteiro e pela criação do vídeo. O filme mistura suspense e romance sobrenatural para apresentar uma nova interpretação de uma narrativa que faz parte do imaginário popular da capital alagoana.
A história se passa na Maceió da década de 1930 e acompanha um jovem que conhece uma mulher enigmática durante um baile. Depois do encontro, em uma noite marcada pela chuva, ele decide acompanhá-la e empresta sua capa preta para protegê-la.
O que parecia ser apenas um gesto de gentileza, no entanto, transforma-se em um mistério quando o rapaz resolve procurar a desconhecida no endereço que ela havia informado.
A partir daí, a trama conduz o público por uma sequência de acontecimentos que mistura realidade, romance e elementos sobrenaturais.
Inteligência artificial dá vida à lenda
Para transportar a história às telas, Isaac Smith recorreu a ferramentas de inteligência artificial na criação audiovisual. A produção também envolveu o desenvolvimento do roteiro, a montagem e a finalização do filme.
A ambientação foi pensada para recriar a atmosfera de Maceió nos anos 1930, com figurinos de época, cenários noturnos e referências ao cemitério que está ligado à tradição popular.
O curta é uma adaptação livre da lenda, com personagens, situações e diálogos dramatizados para a narrativa cinematográfica.
Finalizado em Full HD, o curta A Mulher da Capa Preta conta com diálogos em português brasileiro e trilha sonora.
Ao transformar uma lenda urbana de Maceió em uma produção audiovisual, o projeto também contribui para apresentar histórias da cultura popular alagoana a novos públicos, utilizando a tecnologia como ferramenta para revisitar narrativas que atravessam gerações.
ASSISTA:
LEIA MAIS