Os descontos promovidos pela Black Friday levam milhares de brasileiros às compras na internet.
Os descontos promovidos pela Black Friday levam milhares de brasileiros às compras na internet. Na sua última edição, o evento mobilizou 2,41 milhões de pessoas, sendo 373 mil consumidores que realizavam compras online pela primeira vez, de acordo com levantamento realizado pela consultoria Ebit/Nielsen.
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Em meio as ofertas e a expectativa de crescimento da data no Brasil, que gira em torno de 21% em relação ao último ano, criminosos se aproveitam do grande volume de circulação na web para fazer vítimas através de sites, páginas e e-mails falsos. Além de vender produtos que não existem, esses golpes envolvem também a captura de informações pessoais (CPF, e-mail, endereço) e o roubo dados de cartão de crédito.
Para evitar as fraudes, o Procon-SP mantém uma lista atualizada de sites que devem ser evitados. A tabela conta com 307 sites que, de acordo com o órgão, tiveram reclamações de consumidores registrada, foram notificados, mas não responderam ou não foram encontrados.
A relação inclui a URL da página e outras informações como: nome da empresa, responsável, CNPJ – caso o administrador seja pessoa jurídica – e CPF para pessoa física e a situação. Essa última variável classifica a loja virtual como “Fora do ar” ou “No ar”, em relação à inserção do site na lista.
Na tabela abaixo, o InfoMoney considerou os sites classificados como no ar pelo Procon. Confira:
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| Empresas online são apontadas por Procon como possíveis fraudes / Reprodução |
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