5 filmes imperdíveis para assistir no Globoplay

Confira longas marcantes que provocam reflexões sobre a sociedade

Publicado em 09/04/2026, às 17h30
O catálogo do Globoplay reúne filmes imperdíveis (Imagem: Reprodução Digital | EUROPA FILMES)
O catálogo do Globoplay reúne filmes imperdíveis (Imagem: Reprodução Digital | EUROPA FILMES)

Por Redação EdiCase

Com uma seleção que atravessa diferentes estilos e épocas, o Globoplay oferece títulos capazes de envolver, surpreender e provocar reflexão. Entre histórias intensas, personagens cativantes e tramas bem construídas, a plataforma reúne produções premiadas que se destacam pela qualidade, pelo cuidado narrativo e pela capacidade de abordar temas relevantes com profundidade, transitando entre diferentes realidades e perspectivas.

A seguir, veja 5 filmes imperdíveis para assistir no Globoplay!

1. Menina de Ouro (2004)

Imagem de uma jovem com o cabelo liso, solto e molhado, usando camiseta jeans e com um guardanapo na mão ao lado de um homem usando um chapéu preto e uma blusa de frio cinza com detalhes em vermelho e preto sentados em bancada de bar
Em “Menina de Ouro”, uma jovem determinada encontra no boxe a chance de transformar sua vida ao lado de um treinador marcado pelo passado (Imagem: Reprodução Digital | EUROPA FILMES)

O longa acompanha Frankie Dunn (Clint Eastwood), um treinador experiente marcado por frustrações e pela solidão, que leva uma rotina rígida em seu ginásio até ser surpreendido pela chegada de Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma jovem determinada a construir uma carreira no boxe. Mesmo resistente à ideia de treiná-la, ele acaba cedendo diante da insistência e da dedicação dela.

Com a orientação de Frankie e o olhar atento de Scrap (Morgan Freeman), Maggie evolui rapidamente e passa a se destacar nos ringues, enfrentando adversárias cada vez mais desafiadoras. Ao longo dessa trajetória, forma-se entre eles um vínculo profundo, que vai além do esporte. Quando sua carreira atinge um momento decisivo, acontecimentos inesperados colocam à prova a força emocional dos personagens, conduzindo a história por caminhos intensos e transformadores.

2. Que Horas Ela Volta? (2015)

Imagem de uma mulher mais velha com cabelo preso, usando óculos preto e camisa de manga curta branca caminhando ao lado de jovem com o cabelo curto cacheado preso parcialmente usando uma regata rosa e calça jeans
Em “Que Horas Ela Volta?”, a chegada da filha de Val abala as relações e expõe desigualdades dentro de uma casa (Imagem: Reprodução digital | PANDORA FILMES e PARIS FILMES)

O filme mostra a vida de Val (Regina Casé), natural de Pernambuco, que deixa a filha Jéssica (Camila Márdila) aos cuidados de familiares para trabalhar como empregada doméstica em São Paulo. Ao longo dos anos, ela passa a viver na casa dos patrões, dedicando-se também à criação de Fabinho (Michel Joelsas), com quem desenvolve uma relação próxima.

Mais de uma década depois, com a aproximação do vestibular, Jéssica decide ir à capital para realizar a prova e procura a mãe. A jovem é acolhida na residência, mas sua postura segura e independente rompe com as normas silenciosas que organizam aquele espaço. Esse choque de perspectivas leva Val a confrontar sua própria trajetória, colocando em questão limites, afetos e o papel que ocupa naquele ambiente.

3. Bacurau (2019)

Diversas pessoas carregando um caixão e acompanhando um cortejo
No filme “Bacurau”, os moradores precisam encontrar uma forma de defender o vilarejo onde moram (Imagem: Reprodução digital | VITRINE FILMES e Globo Filmes)

Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme retrata a história de um vilarejo fictício no sertão nordestino do Brasil. Após a morte de Dona Carmelita, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade desapareceu dos mapas e passam a notar acontecimentos incomuns, como drones sobrevoando a região e a presença de estrangeiros na área.

À medida que pessoas começam a desaparecer de forma misteriosa, cresce a tensão entre os habitantes, que precisam se organizar para proteger o território e preservar sua identidade. Misturando elementos de ficção científica, suspense e crítica social, o longa aborda temas como resistência coletiva, desigualdade e disputas de poder, construindo uma narrativa intensa sobre sobrevivência e pertencimento. Ao valorizar saberes locais e a união da comunidade, a história evidencia a força de quem se recusa a ser apagado.

4. Parasita (2019)

Imagem de um jardim com homem com cabelo curto, usando camisa de manga curta azul-escura e calça preta parado na grama com tarja preta nos olhos, um casal sentado em cadeiras usando roupas claras e tarja preta nos olhos e um jovem ao fundo usando calça preta, camisa jeans e camiseta cinza com tarja preta nos olhos
Em “Parasita”, uma família pobre se infiltra na vida de uma família rica e desencadeia uma trama tensa, marcada por segredos e desigualdades (Imagem: Reprodução digital | PANDORA FILMES)

A história acompanha a família Kim, que vive em condições precárias e encontra uma oportunidade de mudar de vida quando o filho mais velho consegue um emprego como professor particular na casa de uma família rica. Aos poucos, com astúcia e estratégia, os demais membros também passam a trabalhar no local, assumindo diferentes funções sem revelar o vínculo entre si.

À medida que se infiltram no cotidiano dos patrões, criam uma convivência marcada por interesses e aparências. No entanto, acontecimentos inesperados revelam segredos ocultos e fazem com que a relação entre as duas famílias se torne cada vez mais tensa. Misturando humor, crítica social e suspense, o filme constrói uma narrativa imprevisível sobre desigualdade, ambição e os limites entre classes sociais.

5. Ainda Estou Aqui (2024) 

Família reunida à beira-mar em uma cena ensolarada do filme
Em “Ainda estou aqui”, Eunice vive os desafios de criar seus filhos após o desaparecimento de seu marido durante a Ditadura Militar (Imagem: Reprodução digital | SONY PICTURES)

Ambientado na década de 1970, o longa é inspirado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva e acompanha a trajetória de Eunice Paiva (Fernanda Torres), mulher que precisou reconstruir a própria vida em meio às consequências da Ditadura Militar no Brasil. Após a prisão e o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), ela se vê diante de um cenário de incertezas, vigilância e silêncio forçado.

Determinada a proteger os filhos e manter a família unida, Eunice enfrenta não apenas a dor da perda, mas também os impactos emocionais e sociais de um período marcado pela repressão. Ao longo dos anos, sua história ganha novos contornos quando surgem desafios ligados à memória e à identidade, aprofundando ainda mais o retrato de sua resistência. Com sensibilidade, o filme constrói uma narrativa sobre coragem, afeto e permanência, destacando a força de uma mulher que atravessa diferentes fases da vida sem perder sua essência.

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