Um influencer de viagens gerou polêmica ao compartilhar um vídeo sobre o consumo de cocaína no Brasil, destacando a qualidade da droga em São Paulo e atraindo mais de 700 mil visualizações no TikTok.
Ele afirmou que a cocaína é vendida a preços acessíveis nas favelas de São Paulo, elogiando sua pureza em comparação com outros países da América do Sul, enquanto alertou sobre a qualidade inferior disponível no Rio de Janeiro.
As declarações do influencer levantaram preocupações sobre a normalização do uso de drogas e a segurança dos turistas, além de potenciais repercussões legais e sociais em relação ao tráfico de drogas no Brasil.
Um influencer de viagens viralizou nas redes sociais após fazer um “review” da cocaína no Brasil. Scot, dono do perfil SoloScotTravels, postou o vídeo em que fala de seu consumo de drogas no país na última segunda-feira, dia 23.
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Só no Tiktok, a postagem já tem mais de 700 mil visualizações.
“Quão bom é o pacote no Brasil?” Ele começa: “Começando em São Paulo, muito simples, a melhor que eu já usei na minha vida”, diz.
De acordo com ele, a droga é comercializada por £1,40, o equivalente a R$9,75, na cotação atual: “Não estou brincando. Pelo menos nas favelas”. Ele diz que visitou a “favela” Parque do Gato, um conjunto habitacional perto de Bom Retiro, em São Paulo.
“A parada mais pura que você vai usar na sua vida, a não ser que você vá para a Colômbia ou Bolívia”. Confira o vídeo:
How much is the packet in Brazil?
— James Goddard (@JamesPGoddard90) March 27, 2026
Some might say this is real boots on the ground journalism pic.twitter.com/iQpAAkuAGg
Sobre o Rio, ele faz uma denúncia: “Você pode pegar umas coisas bem ruins” porque “eles sabem que os turistas estão lá”. No entanto, ele dá a mesma dica de São Paulo: se você for para as favelas “ou pagar um ‘premium’ de £20, você vai conseguir uma coisa boa, mas não tão boa como São Paulo”.
“Não compre nas praias”, ele denuncia: “Mesmo que você consiga coisa boa, você vai pagar a mais. E se você pegar uma parada ruim, se fosse na Europa, você devolveria para o traficante”.
“Eu usei as piores coisas da minha vida no Rio”, completa.
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