O hábito pode estar sabotando seu descanso
O uso excessivo de celulares antes de dormir prejudica a qualidade do sono, pois a luz azul emitida pelos dispositivos inibe a produção de melatonina, dificultando o adormecer e resultando em um descanso inadequado.
Além da luz, o conteúdo consumido nas redes sociais e plataformas de streaming mantém o cérebro em constante alerta, dificultando o desligamento mental necessário para uma boa noite de sono.
Para mitigar esses efeitos, recomenda-se evitar telas 30 minutos antes de dormir, ativar o modo 'não perturbe' e estabelecer limites para o uso de tecnologia, garantindo assim um sono mais reparador.
Se o celular é a última coisa que você vê antes de dormir e a primeira ao acordar, você está fazendo errado e não está sozinho. O problema é que esse hábito pode estar sabotando seu descanso.
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As telas emitem luz azul, que reduz a produção de melatonina, o hormônio do sono. Como resultado, o cérebro entende que ainda é dia e você demora mais para pegar no sono e dorme pior.
Cabeça ligada no 220
Mais do que a luz, o conteúdo em excesso atrapalha. Redes sociais, vídeos curtos e notificações são feitos para prender atenção. Cada rolagem ativa estímulos no cérebro. É difícil desligar depois disso.
Trabalho sem hora para acabar
Com celular sempre à mão, o expediente invade a noite. Mensagens e e-mails fora de hora mantêm a mente em alerta e dormir exige justamente o contrário.
Maratonas que não acabam
Outro vilão silencioso do sono é o “só mais um episódio”. Plataformas de streaming e redes sociais usam reprodução automática e rolagem infinita. Quando um vídeo termina, o próximo começa sem você pedir. O cérebro recebe estímulo contínuo e perde a noção do tempo. Desativar o autoplay e definir um horário limite para desligar telas ajuda muito.
O que fazer?
Não precisa virar “monge digital”. Algumas medidas simples ajudam. Evite telas 30 minutos antes de dormir, ative o modo “não perturbe”, não leve o celular para a cama, prefira luzes mais amareladas à noite.
Dormir bem não é luxo, é necessidade biológica. Se não houver limite com a tecnologia, quem paga a conta é o seu sono.
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