Acusado de matar professora com coxinha envenenada vai a júri popular nesta quarta (11)

Publicado em 10/03/2026, às 15h57
Foto: Reprodução/PC-AL
Foto: Reprodução/PC-AL

por Theo Chaves

Publicado em 10/03/2026, às 15h57

Felippe Silva Cirino, acusado de assassinar a ex-esposa Joyce dos Santos Silva Cirino com uma coxinha envenenada, será julgado em Porto Real do Colégio, Alagoas, após o crime ocorrido em outubro de 2024.

A investigação revelou que Joyce morreu devido ao envenenamento por substâncias tóxicas presentes na coxinha, e uma foto crucial feita pela irmã da vítima ajudou a direcionar a apuração policial.

O julgamento ocorrerá em segredo de justiça, com acesso restrito a advogados e familiares, e o suspeito foi detido em casa de uma tia após o crime.

Resumo gerado por IA

Felippe Silva Cirino,  acusado de matar a professora Joyce dos Santos Silva Cirino, de 36 anos, após entregar a ela uma coxinha envenenada, vai a júri popular na manhã desta quarta-feira, 16. O caso foi registrado em outubro de 2024, em São Brás, no interior de Alagoas. A vítima era ex-esposa dele.

O julgamento de Felippe Cirino, que foi dias após o crime, vai ser realizado na Comarca de Porto Real do Colégio. O processo está tramitando em segredo de justiça e, por esse motivo, o julgamento será limitado às partes, advogados e familiares.

O CRIME

A investigação feita pela Polícia de Alagoas, e exames da Polícia Científica de Alagoas, confirmaram, que Joyce dos Santos Silva Cirino, de 36 anos, morreu por envenenamento ao comer uma coxinha contaminada com substâncias praguicidas, altamente tóxicas ao organismo humano.

A polícia informou que um registro fotográfico feito pela irmã da professora, logo após saber que ela deu entrada no hospital, foi determinante para a condução da investigação.

"Fomos até o local, recebemos de familiares fotografias da residência com a embalagem da coxinha e algumas coxinhas ainda no chão, um resto. Temos essas fotos nos autos. Quando a perícia e a Polícia Civil vão até a residência fazer o levantamento do local e colher o material, essas coxinhas e embalagens já não estão mais na casa. Isso levantou a suspeita da polícia", disse o delegado Rômulo Andrade, responsável pelas investigações.

O suspeito de cometer o crime, o ex-marido dela, foi preso na casa de uma tia, em São Brás.

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