Advogado mata esposa com tiro na cabeça e se entrega à polícia em SC

Publicado em 19/03/2026, às 13h46
Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais

Por Terra

Um advogado confessou ter assassinado sua esposa com um tiro na cabeça em São Lourenço do Oeste, Santa Catarina, e se entregou à polícia no mesmo dia do crime, que ocorreu durante uma discussão sobre a custódia da filha do casal.

Sergio Fabian Schneider, de 36 anos, e Sara Bianca Moyses Fabian Schneider, de 29 anos, se mudaram recentemente para a cidade, onde o advogado tinha familiares, e a motivação do crime estaria relacionada ao desejo da vítima de retornar a Curitiba com a criança.

A polícia local, que não registrava feminicídios desde 2015, está investigando o caso, enquanto o suspeito tentou encobrir o crime atribuindo o disparo a um acidente doméstico antes de se apresentar às autoridades.

Resumo gerado por IA

Um advogado confessou ter matado a esposa com um tiro na cabeça, na última quarta-feira, 18, na cidade de São Lourenço do Oeste, em Santa Catarina. Sergio Fabian Schneider, de 36 anos, se entregou à polícia no mesmo dia do crime. A vítima é Sara Bianca Moyses Fabian Schneider, de 29 anos, com quem Sergio tinha uma filha de 4 anos.

De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina, os dois teriam se conhecido em Curitiba, no Paraná, mas estavam morando na cidade catarinense há alguns meses, onde Sergio tinha família. A motivação do crime teria sido uma discussão em que a vítima disse que queria voltar para Curitiba com a filha.

De acordo com o delegado Ricardo Melo, o crime aconteceu no banheiro da suíte do casal. A filha deles estava em outro cômodo da casa, com a avó, quando ocorreu o disparo de arma de fogo.

O suspeito teria tentado atribuir o barulho do tio a uma queda acidental de um móvel no andar superior e pedido para que a menina fosse retirada pela avó da cena do crime. Depois, o advogado se dirigiu à unidade policial.

O Terra não encontrou a defesa do advogado Sergio Fabian Schneider para pedir um posicionamento.

Segundo os delegados Regional de São Lourenço do Oeste, Wilherm Negrão, e o da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) do município, Ricardo Melo, a cidade não registrava nenhum feminicídio desde 2015.

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