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Após apelo de Elza Soares, Anvisa promete analisar importação de remédio em 48h; entenda

Metrópoles | 29/09/21 - 12h07 - Atualizado em 29/09/21 - 12h11
Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que analisará em até 48 horas o pedido de importação de um medicamento para Elza Soares. A cantora foi às redes sociais, na terça-feira (28/9), pedir um “tuitaço” para que a agência desse uma resposta à solicitação.

Segundo a Anvisa, o atraso na análise do pedido, feito em 6 de setembro, aconteceu devido ao aumento na demanda de importação de medicamentos de uso pessoal em função da pandemia.

“Tal crescimento da demanda fez com que o prazo de avaliação da Anvisa para esses pedidos aumentasse. Entre 2019 e 2021, observou-se aumento de 145% nos pedidos recebidos, sendo que, em 2021, os pedidos já superaram em 15% todos os do ano passado”, escreveu a agência em nota.

A Anvisa ressaltou que o processo para aprovação das solicitações requer análise individual e que foi montada uma força-tarefa para reduzir a fila. Além disso, afirmou que outras estratégias administrativas, operacionais e regulatórias para tratamento do novo cenário” também foram instauradas.

“A Anvisa está sensível ao tema e, além da força tarefa, já iniciou a elaboração de outras estratégias administravas, operacionais e regulatórias para tratamento do novo cenário evidenciado pelo aumento expressivo nas importações de medicamentos por pessoas físicas”, diz a nota.

Entenda o caso

A cantora Elza Soares recorreu às redes sociais, nessa terça-feira (28/9), para fazer um apelo: precisa de uma medicação que, até então, não foi liberada pela Anvisa. “É uma questão de saúde”, pede Elza.

A artista relata que no dia 6 de setembro deu a entrada no pedido de liberação de um medicamento, o qual ela não especificou. Elza continua: “Pediram de 5 a 15 dias úteis pra responderem. Hoje, dia 28, essa resposta já tá atrasada, ou seja, 23 dias depois nem resposta deles eu consigo. Não quero tratamento privilegiado. Sou uma pessoa como todas as outras”.