A Prefeitura de Piranhas anunciou a suspensão das atividades turísticas no Centro Histórico até quinta-feira (05) devido aos danos causados por um forte temporal, que resultou em duas mortes e significativos estragos na cidade.
Além do Centro, a ponte que conecta Piranhas a Canindé de São Francisco foi destruída, e a rodovia AL-225 sofreu transbordamento, comprometendo o acesso a várias comunidades rurais, que enfrentam dificuldades devido à lama acumulada.
A prefeitura está realizando trabalhos emergenciais para recuperar as vias, mas a dificuldade de acesso tem atrasado as operações, levando à consideração de locação de equipamentos mais adequados para facilitar a recuperação das áreas afetadas.
A Prefeitura de Piranhas anunciou, na noite desse domingo (1º), que as atividades turísticas no Centro Histórico do município serão retomadas somente na quinta-feira (05), após o forte temporal que causou estragos na cidade. O local foi a principal área impactada pelas chuvas.
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Segundo a prefeitura, o Centro está interditado em virtude dos serviços de vistoria, organização e adequação emergencial das vias de acesso, das áreas de embarque e dos espaços destinados à prestação de serviços, realizados após as mudanças recentes das chuvas. A reabertura da área será gradual.
“A medida visa garantir mais segurança e organização para moradores, trabalhadores e visitantes durante este período de restabelecimento das atividades”, divulgou a prefeitura.
Áreas rurais afetadas
Além do Centro Histórico, a ponte que liga o município alagoano a Canindé de São Francisco, em Sergipe, foi destruída. O trecho da rodovia AL-225 também foi afetado após o transbordamento na região de Xingó, com a água avançando sobre a pista.
Em nota divulgada, na manhã desta segunda-feira (02), a prefeitura informou que algumas comunidades da zona rural seguem com acesso comprometido, devido às condições das estradas com grande quantidade de lama. Estão sendo realizados trabalhos emergenciais de recuperação das vias.
“A grande quantidade de lama tem dificultado o avanço das equipes, impedindo o acesso das máquinas a determinados trechos — algumas, inclusive, chegaram a atolar durante as tentativas de intervenção”.
A chegada de insumos e a retirada dos materiais estão sendo atrapalhadas pela impossibilidade de acesso às localidades mais afetadas. Com isso, está sendo avaliada a a locação de novos equipamentos, com maior capacidade operacional, para dar suporte às ações.
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