Os Estados Unidos realizaram um ataque militar em Caracas e outras regiões da Venezuela, resultando em uma declaração de emergência do governo venezuelano, que acusou os EUA de bombardearem alvos civis e militares. O presidente Donald Trump confirmou a operação e alegou a captura de Nicolás Maduro.
As explosões começaram na madrugada e, até o momento, não há informações sobre feridos. O ataque gerou reações internacionais, com líderes como Gustavo Petro da Colômbia e representantes do Irã e da Rússia condenando a ação e pedindo diálogo.
Em resposta à situação, o governo da Alemanha está monitorando os desdobramentos e uma equipe de crise se reunirá para discutir a situação. A Coreia do Sul também tomou medidas para proteger seus cidadãos na Venezuela e se preparou para uma possível evacuação.
Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, e outras regiões do país na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma "agressão militar". O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou em uma rede social que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra o país e afirmou que o presidente Nicolás Maduro foi capturado.
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Veja o que se sabe até agora e, em seguida, leia o que líderes mundiais declararam sobre o episódio:
Gustavo Petro, presidente da Colômbia
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou "profunda preocupação" com os relatos sobre explosões na Venezuela e afirmou que rechaça "qualquer ação militar unilateral" que possa agravar a tensão na região ou "colocar em risco a população civil".
Também disse que rejeita a “agressão à soberania da Venezuela” e pediu diálogo e autodeterminação dos povos. Mais cedo, ele afirmou que o país vizinho foi bombardeado com mísseis e anunciou reforço na fronteira para receber refugiados.
Governo do Irã
O Irã, aliado da Venezuela, condenou o suposto ataque militar dos EUA à Venezuela "como uma violação flagrante de sua soberania nacional e integridade territorial".
O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu ao Conselho de Segurança da ONU que "aja imediatamente para interromper a agressão ilegal" e responsabilize os culpados.
Governo da Rússia
A Rússia condenou um “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país.
Em nota divulgada neste sábado, o governo russo disse estar “profundamente preocupado” e afirmou que, diante da situação, é importante evitar uma nova escalada e concentrar esforços na busca de uma saída por meio do diálogo.
Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba
O presidente de Cuba denunciou o que classificou como um “criminoso ataque” dos Estados Unidos contra a Venezuela e pediu uma reação urgente da comunidade internacional. Em publicação na rede social X, afirmou que a região, descrita por ele como uma “zona de paz”, está sendo “brutalmente atacada”, e acusou os EUA de praticarem “terrorismo de Estado” contra o povo venezuelano e a América Latina.
Javier Milei, presidente da Argentina
Milei postou, no X, uma comemoração ao ataque americano na Venezuela: "A liberdade avança. Viva a liberdade, car****".
Governo da Alemanha
O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha afirmou neste sábado que acompanha a situação na Venezuela com “grande preocupação”. Segundo comunicado obtido pela Reuters, o governo alemão está em contato próximo com a embaixada em Caracas, e uma equipe de crise deve se reunir ainda hoje para discutir o cenário.
Governo da Itália
O ministro das Relações Exteriores da Itália disse que o país monitora a situação na Venezuela com atenção especial à comunidade italiana que vive no país. De acordo com ele, a primeira-ministra Giorgia Meloni está sendo informada constantemente sobre os desdobramentos.
Lee Jae Myung, presidente da Coreia do Sul
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, ordenou medidas para garantir a proteção de cidadãos sul-coreanos que estão na Venezuela e determinou que o governo se prepare para uma eventual retirada, caso seja necessário, informou a Presidência do país.
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