Atriz pornô é condenada por decapitar o namorado após se casar com o filho dele

Publicado em 10/01/2026, às 09h41
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Por Extra Online

Devyn Michaels, uma atriz pornô de 47 anos, foi condenada à prisão perpétua por decapitar seu namorado, Jonathan Willette, em um crime que ocorreu durante um momento de tensão no relacionamento deles.

O assassinato foi motivado pela frustração de Devyn com a pressa de Jonathan em se mudar para sua casa, mas investigações revelaram que ela mantinha um relacionamento secreto com Deviere, filho de Jonathan, o que complicou ainda mais a situação.

A juíza Tierra Jones impôs uma pena de 20 anos de detenção, além de 8 a 20 anos adicionais devido ao uso de arma letal, destacando a gravidade do crime e a natureza maligna das ações de Devyn, segundo o promotor do caso.

Resumo gerado por IA

Devyn Michaels foi condenada nesta semana à prisão perpétua por ter decapitado o namorado.

A atriz pornô, de 47 anos, que tinha fama em Las Vegas (Nevada, EUA), vivia um relacionamento de idas e vindas com Jonathan Willette, de 46, com que tinha duas filhas.

O assassinato ocorreu quando Jonathan estava pressionando para morar com Devyn e as filhas, "para manter a família unida". Ele foi atingido na cabeça por um objeto semelhante a um castiçal e acabou decapitado. A americana alegou ter matado Jonathan por frustração com a rapidez com que ele estava se mudando para a casa dela e das filhas. A vítima foi decapitada com uma faca e uma serra mecânica.

Entretanto a investigação descobriu outro motivo: Devyn vivia um relacionamento secreto com Deviere, filho de Jonathan com outra mulher. Eles se casaram sem que ninguém soubesse.

Os dois disseram à polícia que o casamento era só "de fachada" para fins de seguro, mas investigadores descobriram que eles estavam juntos havia anos.

Na quinta-feira (8/1), a juíza do caso, Tierra Jones, condenou Devyn a cumprir 20 anos de detenção, acrescidos de 8 a 20 anos de pena por causa do uso de arma letal, antes de estar elegível ao regime condicional, de acordo com o "Court House News".

"Ela está no extremo do espectro do mal, juiz", disse o promotor do caso, John Giordani.

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