Babá é suspeita de agredir criança autista em Arapiraca; MP investiga

Publicado em 31/01/2026, às 07h56
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Por Redação

Uma babá está sendo investigada por suposta agressão a uma criança com Transtorno do Espectro Autista em Arapiraca, Alagoas, após um vídeo que circulou nas redes sociais, levando o Ministério Público a agir.

O vídeo, postado pela tia da criança, alega que o menino foi espancado e que a babá o forçou a ingerir material fecal, gerando indignação na comunidade.

A promotora Viviane Farias enfatizou a importância de uma investigação rigorosa e pediu que a população denuncie casos de violência, orientando que as pessoas procurem as autoridades em vez de apenas compartilhar nas redes sociais.

Resumo gerado por IA

Uma babá está sendo investigada por suspeita de ter agredido fisicamente uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Arapiraca, no Agreste alagoano. O caso foi divulgado nessa sexta-feira, 30, pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL). 

A situação ganhou repercussão depois que um vídeo circulou nas redes sociais, levando o MP-AL a iniciar investigação. A identidade da suspeita não foi revelada.

Segundo as investigações, o vídeo foi publicado nas redes sociais por uma tia da criança, em seu perfil pessoal. A mulher afirma que o sobrinho portador do TEA teria sido espancado. Além disso, segundo ela, os vizinhos teriam gravado a babá obrigando o menino a comer material fecal.

“É preciso uma investigação severa para chegarmos à responsabilização, pois é inadmissível que uma criança que já possui transtorno no neurodesenvolvimento, com limitações, ainda seja submetida a atos de violência. O Ministério Público adotou as primeiras providências, mas acompanhará o trabalho investigativo para concluir sua atuação", disse a promotora Viviane Farias, que está à frente do caso.

A promotora destacou que denúncias da população são essenciais para coibir esse tipo de crime

"Aproveito o ensejo para alertar á população que, diante de quaisquer casos de crimes ou violação de direitos, não se prendam às redes sociais, mas procurem as autoridades competentes, os órgãos de proteção para comunicar o fato”, completou.

Gostou? Compartilhe