Banco do Brasil vai criar pontos de apoio para entregadores de aplicativos

Publicado em 25/03/2026, às 08h39
Objetivo é dar condições de dignidade a esses trabalhadores - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Objetivo é dar condições de dignidade a esses trabalhadores - Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Por Agência Brasil

O Banco do Brasil, em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência, lançou uma iniciativa para criar pontos de apoio para entregadores de aplicativos, visando melhorar as condições de trabalho e bem-estar desses profissionais em todo o país.

Serão implementados cerca de 100 pontos de apoio com infraestrutura essencial, como banheiros, áreas de descanso e recarga elétrica, com um investimento total estimado em R$ 24 milhões, focando na inclusão de grupos vulneráveis.

O projeto começará com um piloto de 20 unidades para testar o modelo de gestão e operação, com duração inicial de 24 meses, reafirmando o compromisso do Banco do Brasil com a promoção de cidadania e inclusão produtiva.

Resumo gerado por IA

O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB, firmou nessa terça-feira (24) parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República para a implantação de pontos de apoio destinados a entregadores de aplicativos. A iniciativa é voltada à ampliação das condições de dignidade, saúde, segurança, inclusão produtiva e bem-estar desses trabalhadores em todas as regiões do país.


O acordo prevê a criação de espaços físicos padronizados, com infraestrutura essencial para apoiar o trabalho de entrega urbana e fortalecer o desenvolvimento social e econômico nos territórios. Cada unidade desses pontos de apoio terá infraestrutura sanitária, áreas de descanso, pontos de hidratação e recarga elétrica. O cenário de expansão nacional prevê a expectativa de implementar cerca de 100 pontos desses, com investimento estimado de R$ 24 milhões.


“Muitas vezes os trabalhadores não têm um local para parar, ir ao banheiro, carregar o celular, por exemplo. Os pontos de apoio terão impacto real e concreto no dia a dia desses profissionais”, afirma o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos.


O projeto incorpora recortes de equidade e cidadania, considerando vulnerabilidades específicas enfrentadas por mulheres, pessoas LGBTQIAPN+ e pela população negra, majoritária no setor e, em grande parte, residente em periferias urbanas.


Para a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, "apoiar iniciativas que promovem condições dignas de trabalho, em todas as regiões do Brasil, é parte essencial do trabalho da instituição como conglomerado financeiro comprometido com a melhoria das condições sociais e econômicas dos territórios onde está presente, afirmou.


Na fase inicial, o projeto será implementado por meio de um piloto, com recomendação técnica da Fundação BB para a instalação de até 20 pontos de apoio, permitindo a calibração do modelo de gestão, operação e monitoramento antes de uma eventual expansão nacional.


Cada unidade contará, obrigatoriamente, com banheiros adequados — incluindo estrutura para higiene menstrual —, água potável gratuita, área de descanso protegida, estações de recarga de celulares, mobiliário interno e externo, além de iluminação e ambiente seguro.


Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, o acordo tem caráter estruturante.


“Trata-se de iniciativa de grande impacto social, que amplia o acesso a direitos básicos, fortalece a inclusão e contribui para a construção de políticas públicas permanentes voltadas a esses trabalhadores”, destacou.


O acordo de cooperação terá duração inicial de 24 meses. Com essa iniciativa, o Banco do Brasil, por meio da Fundação BB, reafirma seu compromisso com projetos estruturantes de impacto social, que contribuem para a promoção da cidadania, da inclusão produtiva e do desenvolvimento econômico sustentável no Brasil.

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