Rubens Barrichelllo foi contratado para divertir os moradores de Porto Alegre apaixonados por automobilismo com arrancadas, cavalos de pau e zerinhos. O carro escalado era um Williams modelo 2011, dos tempos em que os motores da categoria roncavam alto.
Rubens Barrichelllo foi contratado para divertir os moradores de Porto Alegre apaixonados por automobilismo com arrancadas, cavalos de pau e zerinhos. O carro escalado era um Williams modelo 2011, dos tempos em que os motores da categoria roncavam alto. Mas o piloto não contava com uma pane logo que deixou os boxes.
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Decepção para a multidão que se espremia na lateral da pista de 600 metros montada perto da Usina do Gasômetro, na capital gaúcha. O evento, organizado pela Heineken para pegar carona no GP Brasil, teve uma etapa no Rio de Janeiro e desta vez era realizado em Porto Alegre.
A mãe da Laureta é a única maluca que aprendeu a dirigir ao ligar o carro, baixou o espírito do Rubens Barrichello, por isso bateu no final ????????????????????
— Nany (@elaine_com) 10 de novembro de 2018
Dá pra virar meme, pô ???? pic.twitter.com/gkTvcf7QVN
— Dani Barrichello (@danibarrichello) 10 de novembro de 2018
Então aquele áudio do Jucá e do Machado era o golpe? Sim, Rubinho Barrichello. pic.twitter.com/2B5lafNNAF
— Denise (@denise13l) 8 de novembro de 2018
Depois que o problema foi sanado, Rubinho pôde cumprir o combinado e fazer as manobras. Além dele, o escocês Jackie Stewart esteve na cidade. Considerado um dos maiores nomes da Fórmula 1, ele venceu três temporadas e também foi dono de equipe. Barrichello foi piloto dele na década de 1990.
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