Bicheiro Adilsinho é alvo de operação por mortes no RJ; PM foi preso

Publicado em 05/02/2026, às 08h09
Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo

Por CNN Brasil

Uma operação da Delegacia de Homicídios da Capital resultou na prisão de um policial militar e na busca por outros suspeitos relacionados ao assassinato de Fabrício Alves Martins de Oliveira, ocorrido em outubro de 2022, com o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho como mandante do crime.

O homicídio, que ocorreu em um posto de combustíveis, está vinculado a disputas no comércio ilegal de cigarros, e dois dias depois, Fábio de Alamar, sócio da vítima, foi assassinado em circunstâncias semelhantes.

A prisão preventiva de Adilson foi decretada e as investigações continuam para localizar outros envolvidos, com a Polícia Militar prestando apoio às ações da DHC.

Resumo gerado por IA

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) deflagraram, nesta quinta-feira (5), uma operação para cumprir quatro mandados de prisão relacionados à morte de Fabrício Alves Martins de Oliveira, ocorrida em outubro de 2022. Entre os alvos está o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como “Adilsinho”, apontado nas investigações como mandante do crime.

O investigado Alex Matos, conhecido como “Faraó”, é considerado foragido. Já o policial militar Daniel Maia se apresentou às autoridades e foi preso. José Ricardo, outro suspeito pelo crime, já está preso e teve o mandado cumprido no sistema penitenciário.

Em nota, a Polícia Militar informou que a corporação atuou em apoio à operação conduzida pela DHC e que as medidas adotadas seguem os trâmites legais. A CNN Brasil tenta contato com a defesa dos suspeitos citados e aguarda posicionamento.

De acordo com a apuração, o homicídio aconteceu em um posto de combustíveis, onde a vítima foi abordada por homens encapuzados e armados com armas longas. Os suspeitos efetuaram diversos disparos e fugiram em seguida. A linha investigativa indica que o crime estaria ligado a disputas no comércio ilegal de cigarros.

Dois dias após o primeiro homicídio, outro caso foi registrado. Fábio de Alamar, sócio de Fabrício em uma fábrica de gelo, foi morto ao deixar o Cemitério de Inhaúma, onde participava do sepultamento do empresário. Segundo a polícia, há indícios de que ambos atuavam juntos na comercialização irregular de cigarros.

A prisão preventiva de Adilson Oliveira Coutinho Filho foi decretada durante o andamento do inquérito. Além dele, outros três investigados são alvos da operação.

As diligências seguem em curso para localizar os demais alvos da ação.

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