Bloco 'Pitanguinha Vai à Lua' celebra 23ª edição com frevo e ação social neste sábado (21)

Tradição do bairro mantém troca de camiseta por 1 kg de alimento e deve reunir moradores pelas principais ruas da Pitanguinha

Publicado em 18/02/2026, às 13h57
O bloco Pitanguinha Vai à Lua desfila neste sábado (21) pelas principais ruas do bairro da Pitanguinha, em Maceió - Reprodução | Redes Sociais
O bloco Pitanguinha Vai à Lua desfila neste sábado (21) pelas principais ruas do bairro da Pitanguinha, em Maceió - Reprodução | Redes Sociais

Por Yasmin Gregorio*

O bloco Pitanguinha Vai à Lua desfila neste sábado (21) em Maceió, celebrando sua 23ª edição desde a retomada, com a expectativa de atrair moradores e visitantes ao som de orquestra de frevo, mantendo seu perfil comunitário.

Para participar, os foliões devem doar 1 kg de alimento não perecível, que será trocado por uma camiseta oficial, com os donativos destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade social.

A organização busca preservar o caráter cultural e social do evento, e informações sobre a concentração e horário de saída serão divulgadas nas redes sociais, com possíveis interdições nas ruas durante o desfile.

Resumo gerado por IA

O bloco 'Pitanguinha Vai à Lua' desfila neste sábado (21) pelas principais ruas do bairro da Pitanguinha, em Maceió, marcando a 23ª edição desde que foi retomado. A organização espera reunir moradores e visitantes ao som de orquestra de frevo, mantendo o perfil comunitário que caracteriza a agremiação.

Para participar, o folião precisa doar 1 kg de alimento não perecível, que será trocado por uma camiseta oficial do bloco. Segundo os organizadores, os donativos arrecadados serão destinados a comunidades ou instituições em situação de vulnerabilidade social.

Criado há mais de 50 anos, o 'Pitanguinha Vai à Lua' é apontado como um dos primeiros blocos oficialmente organizados da capital alagoana. A iniciativa partiu do cabo do Exército Marcos, integrante do 59º Batalhão de Infantaria Motorizada, situado na Avenida Fernandes Lima. Entusiasta do carnaval, ele reunia moradores para descerem a avenida em direção aos festejos da Praia da Avenida.

Com a morte do fundador, o bloco deixou de sair por um período. A retomada ocorreu há 23 anos, a partir da mobilização dos produtores culturais Marcus Assunção e Fafá Rocha, junto a Leonardo Fortes e Marina Fortes, após convite de moradores do bairro.

De acordo com a organização, a proposta é manter o caráter cultural e social do evento. “O bloco nasceu da vontade de fortalecer a cultura local e promover integração entre os moradores”, informou a coordenação.

A concentração e o horário de saída devem ser informados nas redes sociais do bloco. A expectativa é de que o desfile cause interdições pontuais nas ruas do bairro durante a passagem do cortejo.

*Estagiária sob supervisão

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