O ex-presidente Jair Bolsonaro foi hospitalizado após apresentar calafrios e episódios de vômito, conforme anunciado por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, que pediu orações pela recuperação do pai.
Bolsonaro está internado no hospital DF Star, em Brasília, enquanto a visita de Darren Beattie, assessor do ex-presidente dos EUA Donald Trump, foi negada pelo ministro Alexandre de Moraes, que citou preocupações sobre ingerência nos assuntos internos do Brasil.
A decisão de Moraes foi influenciada por um ofício do Itamaraty, que destacou a falta de comunicação prévia sobre a visita, o que poderia levar à reavaliação do visto de Beattie para entrar no país.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira, 13, que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi encaminhado para atendimento hospitalar após acordar com calafrios e episódios de vômito.
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A informação foi publicada pelo parlamentar em sua conta na rede social X. “Acabo de receber a notícia de que meu pai está a caminho do hospital, mais uma vez. Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o senador.
Bolsonaro foi internado no hospital DF Star, na região central de Brasília.
Visita a Bolsonaro negada
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsiderou sua própria decisão e negou o pedido para que Darren Beattie, assessor sênior para sênior do governo Donald Trump para políticas relacionadas ao Brasil, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, em Brasília.
O novo entendimento de Moraes foi adotado após o Itamaraty alegar que o encontro poderia “configurar devida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”. A afirmação consta em oficío enviado a pedido do ministro sobre a existência de agenda diplomática de Beattie.
“A realização da visita de Darren Beattie, requerida neste autos pela Defesa de Jair Messias Bolsonaro, não está inserida no contexto diplomático que autorizou a concessão do visto e seu ingresso no território brasileiro, além de não ter sido comunicada, previamente, às autoridades diplomáticas brasileiras, o que, inclusive poderia ensejar a reanálise do visto concedido”, diz Moraes na nova decisão.
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