Bombardeio a Teerã mata ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad

Publicado em 01/03/2026, às 15h50
Foto: Reprodução/X
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Por Agência Brasil

O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, faleceu aos 69 anos após ataques aéreos dos Estados Unidos e Israel em Teerã, onde estava em sua residência. Sua morte ocorre em um contexto de crescente tensão militar na região, impactando a política interna do Irã.

Além de Ahmadinejad, outras figuras proeminentes do governo iraniano, incluindo o líder supremo Ali Khamenei e o comandante do Corpo da Guarda Revolucionária, também foram mortos nos ataques. Esses eventos marcam uma escalada significativa nas hostilidades entre o Irã e as potências ocidentais.

As autoridades iranianas devem responder a essas perdas, o que pode levar a uma intensificação das ações militares e políticas contra os Estados Unidos e Israel. A situação permanece tensa, com repercussões potenciais para a segurança regional e as relações internacionais.

Resumo gerado por IA

O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, teve a morte divulgada neste domingo (1º) pela agência estatal de notícias Iranian Labor News Agency (ILNA). Ahmadinejad presidiu o Irã entre 2005 e 2013 e foi um dos alvos dos bombardeios promovidos desde sábado (28) por Estados Unidos e Israel contra o país.

Segundo as informações publicadas, o político, de 69 anos, morreu após os ataques aéreos a Teerã, junto com seus guarda-costas. Ele estava em sua residência, no distrito de Narmak, na zona leste da capital iraniana.

Outras autoridades iranianas foram confirmadas entre os mortos pelos ataques, como o próprio líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que ocupava o posto vitalício há 36 anos.

Também foram confirmadas pela mídia estatal iraniana as mortes do secretário do Conselho de Defesa, contra-almirante Ali Shamkhani; e do comandante em chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, o major-general Mohammad Pakpour.

Visita ao Brasil


Em 2009, Mahmoud Ahmadinejad fez uma visita oficial ao Brasil, em que tratou de temas internacionais com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na época em seu segundo mandato. O ex-líder iraniano defendeu a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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