por Eberth Lins
Publicado em 05/01/2026, às 09h29
Paulo Roberto dos Santos, um caminhoneiro de 70 anos do Espírito Santo, foi encontrado morto na boleia de seu caminhão em um posto de combustíveis em Arapiraca, Alagoas, sem sinais de violência aparente.
Ele foi visto por um colega caminhoneiro tomando café antes de sua morte, e não havia informações sobre seu histórico clínico que pudessem ajudar a determinar a causa do falecimento.
A Polícia Militar contatou familiares e representantes do supermercado para informar sobre o ocorrido, enquanto o Instituto Médico Legal removeu o corpo e os pertences pessoais, com o caso sendo investigado pelas autoridades competentes.
Um caminhoneiro natural do Espírito Santo, identificado como Paulo Roberto dos Santos, de 70 anos, foi encontrado morto na boleia do veículo, que estava estacionado no pátio de um posto de combustíveis no bairro Canafístula, em Arapiraca, interior de Alagoas, nesse domingo (04).
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado por populares e o médico constatou o óbito, informando que não havia sinais aparentes de violência. O Samu não pôde atestar a causa da morte por não conhecer o histórico clínico de Paulo Roberto.
Outro caminhoneiro relatou à Polícia Militar que estava estacionado próximo ao veículo de Paulo, que foi visto tomando café por volta das 7h da manhã. Na ocasião, disse ser natural do Espírito Santo e transportar uma carga de paletes com destino a um supermercado.
A testemunha informou ainda que não mantinha qualquer vínculo com a vítima, tendo apenas conversado brevemente enquanto os caminhões permaneciam estacionados. Durante a verificação no caminhão, os policiais encontraram documentos pessoais, um aparelho celular e contatos de familiares na boleia do veículo, que estava aberto.
A PM conseguiu contato com um dos filhos de Paulo Roberto e também com representantes do supermercado destinatário da carga para comunicar o ocorrido. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado e fez a remoção do corpo, juntamente com alguns pertences pessoais do caminhoneiro.
O caso deve ser acompanhado pelos órgãos competentes para esclarecimento das circunstâncias da morte.
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