Campeão paralímpico de natação pelo Brasil morre vítima de câncer

Publicado em 08/02/2026, às 15h37
Imagem Campeão paralímpico de natação pelo Brasil morre vítima de câncer

Por Folhapress

O nadador paralímpico Adriano Gomes de Lima faleceu aos 52 anos, após lutar contra um câncer ósseo, conforme comunicado do Comitê Paralímpico Brasileiro. Sua morte representa uma grande perda para o esporte paralímpico no Brasil, onde ele era uma figura emblemática.

Natural de Natal, Adriano começou a nadar aos 17 anos após um acidente que o deixou paraplégico e rapidamente se destacou, conquistando sua primeira medalha em 1996. Ao longo de sua carreira, acumulou nove medalhas paralímpicas, incluindo um ouro em Atenas-2004, e 30 medalhas em Jogos Parapan-Americanos.

Recentemente, ele foi homenageado durante as comemorações dos 30 anos do CPB, reconhecendo sua contribuição ao esporte. A comunidade esportiva lamenta sua perda e celebra seu legado como um ícone da natação paralímpica.

Resumo gerado por IA

Morreu neste sábado (7) o nadador e campeão paralímpico Adriano Gomes de Lima, aos 52 anos. Ele tratava um câncer ósseo desde 2024, segundo informou o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em nota de pesar divulgada neste domingo (8).

Nascido em Natal (RN), Adriano começou a nadar aos 17 anos como parte de um processo de reabilitação. Ele ficou paraplégico depois de cair de um telhado enquanto trabalhava em uma obra.

Cinco anos depois, já disputava pela primeira vez os Jogos Paralímpicos, em Atlanta, em 1996, conquistando logo a medalha de bronze nos 50 m livre. Participou das cinco edições seguintes da competição, se despedindo dos Jogos no Rio-2016.

Considerado uma referência no esporte, Adriano acumulou ao todo nove medalhas paralímpicas, sendo um ouro, cinco pratas e três bronzes. O lugar mais alto do pódio veio em Atenas-2004, quando foi campeão no revezamento 4x50 m medley ao lado do gaúcho Luis Silva e dos conterrâneos Francisco Avelino e Clodoaldo Silva.

Também somou 30 medalhas ao longo de cinco Jogos Parapan-Americanos disputados e outras 12 medalhas em Mundiais.

O potiguar esteve nas comemorações dos 30 anos do CPB, ocasião em que foi homenageado por sua contribuição para o esporte paralímpico no Brasil.

Nadava pelas classes SB5 e S6, em que competem atletas com paralisia, lesão medular, amputações e nanismo.

Gostou? Compartilhe