Casal agredido em Porto de Galinhas muda planos e passa Réveillon em SC após convite

Publicado em 01/01/2026, às 17h17
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Por g1

O casal de turistas Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, agredidos em Porto de Galinhas (PE) após uma confusão sobre o preço do uso de cadeiras de praia, decidiu passar a virada do ano em Balneário Camboriú (SC) em vez do litoral nordestino, mudando seus planos devido ao incidente.

A agressão ocorreu quando o casal se negou a pagar um aumento inesperado de R$ 50 para R$ 80 pelo uso das cadeiras, o que gerou uma reação violenta por parte de comerciantes locais, resultando em ferimentos significativos em Johnny.

Após o ataque, o casal recebeu apoio do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Balneário Camboriú e permanecerá na cidade até 6 de janeiro, onde participarão das festividades de réveillon, que atraíram cerca de 1 milhão de pessoas.

Resumo gerado por IA

O casal de turistas Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, agredidos após uma confusão envolvendo comerciantes da praia de Porto de Galinhas (PE), passou a virada do ano em Balneário Camboriú (SC). Eles planejavam passar o fim do ano no litoral nordestino, mas mudaram os planos após o caso.

Jhonny foi o mais agredido durante a confusão, que ocorreu em 27 de dezembro. Os dois foram convidados pelo Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Balneário Camboriú e Região (Sindisol) e pela Associação de Bares e Restaurantes de Balneário Camboriú (Abres).

O casal, que é de Mato Grosso, ficará em Balneário Camboriú até o dia 6 de janeiro e deve circular pelos principais atrativos turísticos da cidade, que teve como festa de réveillon um show de fogos de 15 minutos na orla da Praia Central reunindo 1 milhão de pessoas

Os dois haviam visitado Balneário Camboriú há alguns anos e sempre tiveram uma experiência positiva na cidade, o que tornou o convite ainda mais significativo. "A gente sempre foi muito feliz aqui em Balneário", disse Jhonny.

Johnny e Cleiton ganharam repercussão nacional após serem agredidos por comerciantes na praia ao se recusarem a pagar um aumento no valor cobrado pelo uso de cadeiras de praia. O relato deles detalha que o valor do serviço teria sido elevado de R$ 50 para R$ 80 sem aviso prévio.

Segundo Johnny, foi dito ao casal que o valor das cadeiras era de R$ 50, mas que se houvesse consumação dos petiscos, não haveria necessidade de pagamento das cadeiras e da barraca.

"Ainda descendo próximo das barracas, um cara já veio e abordou a gente querendo oferecer o serviço dele. Ele ofereceu o valor das cadeiras por R$ 50 e disse que se a gente consumisse os petiscos dele, a gente não ia pagar o valor das cadeiras e da barraca. (...) Era umas quatro horas da tarde quando a gente pediu a nossa conta. Aí ele falou: 'eu vi que vocês não consumiram o petisco, então agora eu vou cobrar R$ 80 da cadeira de vocês'", contou.

Johnny e o companheiro se negaram a pagar os R$ 80 e, ao questionar a mudança no valor, ele conta que foi agredido logo em seguida. Ele afirmou que, durante o período em que estiveram na praia, o casal consumiu duas águas de coco na barraca.

"A gente fez o exame de de Raio-X, fizemos na em toda face, toda a lateral do meu corpo, porque está todo dolorido, porque eu levei vários pontapés. Aí a médica pegou o o Raio-X, olhou e falou: 'não quebrou nada, está tudo ok, aparentemente', ela olhou os exames, passou os medicamentos e liberou. Mas o meu rosto está todo danificado. Se a gente não conseguisse escapar deles [agressores], eles iriam matar a gente. Eu vi a morte na nossa frente", disse.

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