Caso Ana Beatriz: mãe acusada de matar bebê é solta e responderá em liberdade

Publicado em 31/03/2026, às 18h52
Foto: Reprodução/TV Pajuçara
Foto: Reprodução/TV Pajuçara

Por Redação

A Justiça de Alagoas decidiu soltar Eduarda Silva de Oliveira, acusada de matar sua filha de 15 dias, Ana Beatriz, em abril de 2025, permitindo que ela responda ao processo em liberdade.

Eduarda confessou ter asfixiado a bebê com um travesseiro durante um depoimento, alegando que a criança não parava de chorar, o que levou à sua prisão inicial.

Após a soltura, a mãe deverá enfrentar as acusações de infanticídio e ocultação de cadáver, enquanto o caso continua a gerar repercussões sociais e jurídicas na região.

Resumo gerado por IA

A Justiça de Alagoas determinou a soltura de Eduarda Silva de Oliveira, acusada de matar a própria filha, Ana Beatriz, em Novo Lino, no interior de Alagoas, em abril de 2025. À época do crime, a bebê tinha apenas 15 dias de vida. 

De acordo com informações apuradas pela reportagem do TNH1, Eduarda foi solta na última sexta-feira (27) e poderá responder ao processo em liberdade. Ela é acusada de infanticídio (morte do próprio filho) e de ocultação de cadáver.

A mãe da pequena Ana Beatriz foi presa após confessar, durante depoimento, que teria asfixiado a menina com um travesseiro porque ela não parava de chorar. Por medida de segurança, ela estava presa em uma cela especial do Presídio Feminino Santa Luzia.

RELEMBRE O CASO

A investigação sobre o desaparecimento da bebê Ana Beatriz chocou a sociedade alagoana e chamou a atenção do Brasil. A mãe da menina informou à polícia que a bebê teria sido raptada por um grupo armado na manhã do dia 11 de abril de 2025, às margens da rodovia federal BR-101, em Novo Lino, na Zona da Mata alagoana.

A Secretaria de Segurança Pública mobilizou as forças policiais em Alagoas e Pernambuco. Um homem, inclusive, chegou a ser preso por dirigir um carro com características parecidas ao que a mãe tinha descrito às autoridades, mas foi liberado ao comprovar que era inocente. 

O caso teve uma reviravolta dois dias depois, quando a Polícia Civil alagoana revelou que a Eduarda Silva de Oliveira tinha mudado a versão cinco vezes durante esse período. Foi no começo da tarde da terça-feira, 15 de abril, que o advogado José Weliton, representante da mãe, acionou a polícia para informar que o corpo da bebê teria aparecido nos fundos da residência da família. A mulher foi presa em flagrante no mesmo dia e, em uma última versão, disse que a menina morreu por asfixia

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