Caso Flávia Barros: empresária foi assassinada pelo namorado uma semana após assumirem relacionamento

Publicado em 23/03/2026, às 12h53
Última foto compartilhada pela empresária Flávia Barros, que foi encontrada morta em quarto de hotel, em Aracaju - Foto: - Reprodução/Instagram
Última foto compartilhada pela empresária Flávia Barros, que foi encontrada morta em quarto de hotel, em Aracaju - Foto: - Reprodução/Instagram

Por Redação

O diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, é suspeito de ter assassinado sua namorada, Flávia Barros, em um hotel em Aracaju, antes de tentar suicídio, em um caso que chocou a sociedade e levantou questões sobre a violência de gênero.

O casal, que se conhecia desde novembro, formalizou o relacionamento em 15 de março e viajou para um show em Aracaju, onde ocorreu a tragédia; a motivação do crime ainda não foi esclarecida e está sob investigação da Polícia Civil.

Tiago permanece internado em estado grave após o incidente, e a arma utilizada no crime foi apreendida, com munições sendo analisadas pela perícia para entender a dinâmica dos disparos; o corpo de Flávia foi velado e seu enterro está agendado para esta segunda-feira.

Resumo gerado por IA

O namoro de Tiago Sóstenes Miranda de Matos, diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, e da empresária Flávia Barros, de 38 anos, durou oficialmente apenas uma semana antes de terminar em tragédia. Ela foi encontrada morta no quarto de um hotel em Aracaju e o suspeito de cometer o feminicídio é o policial penal, que teria tentado suicídio em seguida e foi socorrido com vida, nesse domingo (22).

Segundo amigas da vítima, o casal já se conhecia desde novembro do ano passado, mas o namoro só foi formalizado no dia 15 de março, aniversário de Flávia. Nesse sábado (21), Tiago e Flávia viajaram para a capital sergipana para assistir a um show do cantor Rey Vaqueiro.

Dentro do quarto do hotel, porém, a viagem terminou em tragédia. Tiago teria atirado contra Flávia e em seguida tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido em estado grave para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), enquanto Flávia não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Até o momento, a motivação do crime não foi esclarecida, e a Polícia Civil investiga o caso.

O corpo da empresária começou a ser velado na noite de domingo no Ginásio Esportivo Diamante Negro, em Canindé de São Francisco, e o enterro está previsto para esta segunda-feira, às 16h, em cemitério da cidade.

Tiago é policial penal e bacharel em Direito. De acordo com o último boletim médico, divulgado nesta manhã, ele segue na Ala Vermelha da unidade hospitalar. Ele foi avaliado por especialistas de Cirurgia Geral e Neurocirurgia, sendo submetido a um procedimento cirúrgico. Não foi informado se o quadro é grave ou estável; veja abaixo:


A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que o paciente T. S. M. M., 37 anos, segue internado no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), após ferimento por arma de fogo.

Admitido na Ala Vermelha da unidade hospitalar, o paciente foi avaliado pelas especialidades de Cirurgia Geral e Neurocirurgia, passando por procedimento cirúrgico. Ele permanece sob a assistência médica e multidisciplinar do Huse.

A arma de fogo usada para matar Flávia foi apreendida com seis munições deflagradas e outras seis intactas. Elas foram encaminhadas para análise da perícia para a identificação da possível dinâmica dos disparos. 

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