Caso Flávia Barros: imagens mostram chegada do assassino de empresária a presídio militar

Publicado em 26/03/2026, às 07h50
Reprodução/TV Atalaia
Reprodução/TV Atalaia

Por Redação

Tiago Sóstenes Miranda de Matos, suspeito do assassinato da empresária Flávia Barros, foi transferido para um presídio militar em Aracaju após receber alta médica, três dias após o crime. Ele agora enfrenta acusações de feminicídio e sua situação gera preocupação sobre a segurança pública na região.

Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros em um hotel em Aracaju, e Tiago, que era seu namorado, é o principal suspeito. A arma utilizada no crime foi apreendida pela polícia, que investiga as circunstâncias do ocorrido.

Tiago, ex-diretor de um presídio na Bahia, foi exonerado de seu cargo e passou por cirurgia após tentar suicídio logo após o crime. O caso continua sob investigação, com a polícia buscando mais informações sobre o relacionamento do casal e os eventos que levaram ao assassinato.

Resumo gerado por IA

Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, investigado pelo assassinato da empresária alagoana Flávia Barros, de 38, chegou ao presídio militar em Aracaju-SE na tarde dessa quarta-feira (25), três dias depois do crime.

Ferido por causa de uma tentativa de suicídio, ele havia recebido alta médica horas antes de dar entrada na prisão na unidade militar. Na mesma tarde, Tiago também havia passado pelo Instituto Médico Legal para realizar o exame de corpo de delito.

As imagens (veja abaixo) gravadas pelo repórter cinematográfico Miro Ribeiro foram cedidas pela TV Atalaia, afiliada da Record em Sergipe. Elas mostraram a saída de Tiago do Hospital de Urgências de Sergipe, como também a chegada dele ao presídio militar, escoltado pela viatura da Polícia Civil. O ex-diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso-BA desceu algemado, com a cabeça enfaixada e com passos lentos.

Assista:

Tiago é policial penal e foi exonerado do cargo de diretor de presídio, no interior baiano, unidade vinculada à Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap). Ele agora responderá ao crime de feminicídio. O caso segue em investigação

A morte de Flávia

A empresária alagoana e estudante de direito, Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros em um hotel na orla de Atalaia, em Aracaju. O principal suspeito foi o diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, que, segundo a Polícia Civil, cometeu o crime no local onde o casal estava hospedado. A arma de fogo foi apreendida.

Após atirar contra a vítima, ele tentou tirar a própria vida e foi socorrido para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde permaneceu internado até essa quarta (25). Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde) de Sergipe, ele passou por cirurgia ainda no domingo e, apresentou quadro de saúde estável, sob vigilância neurológica, até a alta médica.

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