Diretor de presídio que matou empresária a tiros e tentou se matar recebe alta médica

Publicado em 25/03/2026, às 15h16
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por Redação

Tiago Sóstenes Miranda de Matos, acusado de feminicídio da empresária Flávia Barros em Aracaju, recebeu alta médica após tentativa de suicídio e cirurgia. O crime ocorreu em um hotel, onde ele disparou contra a companheira antes de tentar se matar.

Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros uma semana após o início do relacionamento com Tiago, que era diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso e foi exonerado após o incidente. A arma utilizada no crime foi apreendida pela polícia, que investiga o caso.

Após a alta, Tiago será submetido a um exame de corpo de delito e, em seguida, será encaminhado ao Presídio Militar de Sergipe. A situação do caso está sendo acompanhada pela Secretaria de Segurança Pública do estado.

Resumo gerado por IA

Tiago Sóstenes Miranda de Matos, apontado pela polícia como o autor do feminicídio da empresária alagoana Flávia Barros, de 38 anos, recebeu alta médica nesta quarta-feira (25). Ele é acusado de assassinar a tiros a companheira dentro de um quarto de hotel em Aracaju, no último domingo (22), e tentar tirar a própria vida após o crime.

Tiago, de 37 anos, é policial penal e foi exonerado do cargo de diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso-BA, unidade vinculada à Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), nessa terça-feira (24). A publicação foi feita no DOE (Diário Oficial do Estado).

Antes de ser liberado pelos médico, ele passou por procedimento cirúrgico (veja, abaixo, a nota). O policial penal estava internado no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).

Nota

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que o paciente T. S. M. M., 37 anos, recebeu alta do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) nesta quarta-feira, 25.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe, Tiago vai passar por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e, em seguida, deve ser encaminhado para o Presídio Militar de Sergipe.

O CASO 

A empresária alagoana e estudante de direito, Flávia Barros, de 38 anos, foi morta a tiros em um hotel na orla de Atalaia, em Aracaju. O principal suspeito foi o diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, que, segundo a Polícia Civil, cometeu o crime no local onde o casal estava hospedado. A arma de fogo foi apreendida.

Após atirar contra a vítima, ele tentou tirar a própria vida e foi socorrido para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), onde permanece internado. Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde) de Sergipe, ele passou por cirurgia ainda no domingo e, conforme a última atualização divulgada na segunda-feira (23), apresenta quadro de saúde estável, sob vigilância neurológica.

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