Caso Joba: polícia nega indiciamento de ex-companheira da vítima

Publicado em 04/02/2026, às 10h39
Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como ‘Joba’, de 33 anos - Foto: Reprodução
Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como ‘Joba’, de 33 anos - Foto: Reprodução

Por Redação

A Polícia Civil de Alagoas negou que a ex-companheira de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como 'Joba', tenha sido indiciada pelo seu assassinato, que ocorreu em 23 de setembro, gerando grande comoção na sociedade e no meio esportivo.

Joba, coordenador das categorias de base do CRB, foi morto a tiros enquanto se dirigia ao trabalho, inicialmente sendo considerado uma vítima de latrocínio, mas as investigações indicam que se trata de uma execução.

As investigações continuam em andamento, com a polícia enfatizando que informações sobre o caso devem ser divulgadas apenas por canais oficiais, a fim de não comprometer o inquérito em curso.

Resumo gerado por IA

Em nota divulgada nesta quarta-feira (4), a Polícia Civil de Alagoas negou que a ex-companheira de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como ‘Joba’, de 33 anos, tenha sido indiciada pelo crime, na parte alta da capital alagoana. 

De acordo com a corporação, as investigações seguem em andamento e, até o momento, não procede a informação sobre participação ou indiciamento da ex-companheira da vítima.

Ainda segundo a Institutição, qualquer divulgação nesse sentido não tem respaldo oficial da Polícia Civil.

A PC-AL também reforça que informações sobre investigações em curso são repassadas exclusivamente por meio dos canais oficiais, após confirmação técnica e no momento adequado, de modo a não comprometer o andamento do inquérito.

O CASO

O assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como “Joba”, de 33 anos, coordenador das categorias de base do CRB, causou grande comoção em Alagoas e no meio esportivo. Reconhecido pela boa índole, dedicação e compromisso com o trabalho, ele foi executado nas primeiras horas da manhã da última sexta-feira, dia 23.

Joba seguia para um ponto de ônibus, de onde embarcaria em uma van com destino ao CT Ninho do Galo, onde cumpriria mais um dia de trabalho, quando foi surpreendido com um tiro na cabeça.

As investigações apontaram que o crime foi planejado por Ruan Carlos Ferreira de Lima Albuquerque, que seria o suposto mandante, em dezembro de 2025. Ele se entregou à polícia três dias após a execução da vítima.

A MOTIVAÇÃO 

De acordo com a delegada Tacyane Ribeiro, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Joba mantinha um relacionamento com uma mulher que, após o término, passou a se relacionar com Ruan. Com o fim desse novo relacionamento, a mulher teria retomado contato com a vítima, o que teria provocado ciúmes no suposto mandante.

Gostou? Compartilhe