Cláudia Pollyanne: Polícia Civil diz que enviou relatório final com laudos técnicos à Justiça

Publicado em 13/02/2026, às 09h46
Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal

Por Redação

O inquérito sobre a morte da esteticista Cláudia Pollyanne Farias de Sant'Anna foi concluído e enviado ao Judiciário, após a Polícia Civil atender a exigências do Ministério Público por laudos técnicos adicionais.

Cláudia faleceu em uma clínica de reabilitação em agosto, e sua morte levantou suspeitas de violência, levando à interdição da clínica e ao indiciamento do proprietário por homicídio doloso.

A Polícia Civil agora tem um prazo de 15 dias para corrigir as lacunas apontadas pelo Ministério Público, com a expectativa de que as informações complementares ajudem a esclarecer as circunstâncias do caso.

Resumo gerado por IA

A Polícia Civil (PC) informou, por meio de nota à imprensa, na manhã desta sexta-feira (13), que o inquérito policial que apura a morte da esteticista Cláudia Pollyanne Farias de Sant'Anna, 41 anos, já foi concluído e enviado ao Poder Judiciário, com relatório final com os laudos técnicos enviados pelo Instituto de Criminalística. 

A Justiça havia determinado o retorno do inquérito à Polícia Civil após o Ministério Público do Estado apontar que ele precisava de elementos fundamentais e laudos técnicos para o prosseguimento da ação penal. A PC tinha um prazo de 15 dias para suprir as omissões apontadas pelo órgão ministerial.

"A Polícia Civil preza pela transparência e a responsabilidade na divulgação de informações oficiais, que são repassadas exclusivamente por meio dos canais oficiais da instituição", disse a Polícia Civil por meio de nota.

O caso

Cláudia Pollyane morreu no último dia 9 de agosto, depois de internação em clínica de reabilitação para dependentes químicos em Marechal Deodoro. Um boletim de ocorrência foi registrado após a família e os amigos serem informados, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, que o corpo estava com hematomas e sinais de violência.

Depois das denúncias e a confirmação das irregularidades, a clínica foi interditada pelas autoridades e o dono dela, Maurício Anchieta de Souza, foi indiciado por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

O caso havia sido dado como concluído pela Polícia Civil em dezembro de 2025. Mas, para o Ministério Público, o inquérito enviado apresentava lacunas que inviabilizavam o oferecimento de uma denúncia consistente.

Um prazo de 15 dias foi determinado para a polícia suprir as omissões apontadas pelo órgão ministerial, com o objetivo de anexar os laudos requisitados e fornecer as informações complementares necessárias para esclarecer as circunstâncias da morte.

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