por Deisy Nascimento
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Olá, gente! Hoje vou falar sobre a leishmaniose, uma doença grave que acomete o pet através da picada do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis) infectado com o protozoário Leishmania infantum.
Portanto, se faz necessário que os tutores mantenham seus animais protegidos para evitar que o pet contraia a doença.
Conversei com a médica veterinária Dilane Costa e ela pontuou como proteger os bichinhos de estimação para evitar o pior:
• Coleiras repelentes específicas contra o mosquito-palha, respeitando o prazo de validade.
• Vacinação em cães, sempre após testes negativos, como forma complementar de proteção.
• Controle ambiental: manter o quintal limpo, sem acúmulo de folhas, lixo, fezes ou matéria orgânica, e evitar locais úmidos e sombreados.
• Repelência no ambiente: uso de inseticidas e repelentes ambientais adequados, aplicados em paredes, frestas, canis, muros e áreas sombreadas; telas em portas e janelas ajudam muito.
• Evitar exposição nos horários de maior risco, principalmente ao entardecer e à noite.
• Uso de repelentes tópicos veterinários indicados pelo médico-veterinário.
• Acompanhamento veterinário regular, com exames periódicos, principalmente em áreas endêmicas.
Sintomas:
Os sintomas da leishmaniose canina incluem perda de peso e apetite, queda de pelos, feridas na pele (especialmente no focinho, orelhas e olhos), unhas grossas e deformadas (onicogrifose), apatia, fraqueza, febre, e em casos avançados, inchaço dos gânglios, problemas renais/hepáticos e sangramento nasal, podendo também causar diarreia e vômitos. Muitos cães podem ser assintomáticos inicialmente, mas a doença afeta órgãos internos, podendo levar à morte se não tratada.
Importante saber: A leishmaniose tem alta incidência no Brasil, concentrando-se nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte, sendo o país responsável por 94% dos casos de leishmaniose visceral nas Américas.
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