Condenado por matar esposa e filha no Sertão de AL é preso em São Paulo

Publicado em 23/03/2026, às 07h51
Divulgação/PC
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Por TNH1 com Ascom PC

Um homem de 33 anos foi preso em Arujá, São Paulo, após ser condenado por assassinar sua esposa, Rita de Cássia, e sua filha, Ana Vitória, em 2016, durante uma discussão familiar que resultou em um disparo de arma de fogo.

Rita estava grávida de 24 semanas quando foi baleada, o que causou o parto prematuro da filha, que morreu dias após o nascimento, enquanto Rita faleceu anos depois devido a complicações de saúde relacionadas ao tiro.

O mandado de prisão foi emitido pela Comarca de Santana do Ipanema, Alagoas, por homicídio qualificado e lesão corporal grave em um contexto de violência doméstica, e o homem agora está à disposição da Justiça para a audiência de custódia.

Resumo gerado por IA

Um homem, de 33 anos, condenado por assassinar a esposa e a filha, no município de Santana do Ipanema, foi preso nesse domingo (22) na cidade de Arujá, em São Paulo. As vítimas foram identificadas como Rita de Cássia Silva Soares e Ana Vitória. O crime foi registrado em 2016. 

As investigações apontaram que Rita estava grávida de seis meses da filha do casal. Ela foi baleada pelo companheiro com um tiro no pescoço, que provocou a aceleração do parto de Ana Vitória, que veio ao mundo prematura e morreu dias depois do nascimento. 

De acordo com o delegado Thales Araújo, o motivo do disparo teria sido uma discussão causada por desavenças envolvendo familiares dela. O homem teria pego um revólver e atirado após ameaçá-la.

“Rita ficou tetraplégica em decorrência do disparo e acabou falecendo por complicações de saúde anos depois. Após o crime, o acusado chegou a ser preso, mas foi solto posteriormente. Em 2023, foi condenado a uma pena de 23 anos e quatro meses de prisão e desde então encontrava-se foragido”, revelou o delegado. 

O mandado de prisão foi expedido pela Comarca de Santana do Ipanema, referente aos crimes de lesão corporal grave e homicídio qualificado, ambos em contexto de violência doméstica.

O preso foi conduzido à unidade policial competente para a adoção dos trâmites legais e, em seguida, colocado à disposição da Justiça para a realização da audiência de custódia.

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