Consumidor deve ficar atento à qualidade do bacalhau na Semana Santa

Publicado em 02/04/2026, às 11h57
Manchas avermelhadas ou pontos pretos indicam presença de bactérias - Foto:  Reprodução/Imprensa Rio Claro-SP
Manchas avermelhadas ou pontos pretos indicam presença de bactérias - Foto: Reprodução/Imprensa Rio Claro-SP

Por Agência Brasil

O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio) alerta os consumidores sobre a qualidade do bacalhau, recomendando atenção a manchas e ao tipo de sal utilizado na conservação do pescado, que deve ser grosso.

Apenas as espécies Gadus morhua e Gadus macrocephalus são consideradas bacalhau legítimo, enquanto outros peixes como Saithe e Ling, frequentemente vendidos como bacalhau, devem ser rotulados como pescado salgado.

Os consumidores devem verificar a aparência e textura do peixe fresco, garantindo que as guelras estejam avermelhadas e o ventre íntegro, além de remover as vísceras para aumentar a validade do produto.

Resumo gerado por IA

O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária do Rio (Ivisa-Rio) dá dicas importantes para os consumidores que optarem pelo tradicional bacalhau para o almoço da Semana Santa.

A orientação é que fiquem atentos à qualidade do pescado, se apresenta manchas avermelhadas ou pontos pretos, que indicam a presença de bactérias e/ou fungos. Além disso, o sal utilizado para a conservação do pescado deve ser grosso, uma vez que o fino é proibido.

O consumidor também deve atenção aos peixes comercializados como bacalhau, mas que na verdade não pertencem a esta classificação. Somente as espécies Gadus morhua, conhecida no Brasil como Porto ou Porto Morhua, e Gadus macrocephalus, normalmente chamada de Portinho ou Codinho, são consideradas bacalhau legítimo.

“Os pecados Saithe, Ling e Zarbo são, muitas vezes, vendidos como bacalhau e são inclusive muito consumidos entre os brasileiros. Porém, esses tipos, que costumam ter um custo mais baixo, não são considerados bacalhau e devem ser comercializados como pescado salgado ou salgado e seco”, diz a presidente da Vigilância Sanitária Municipal, Aline Borges.

Para quem optar na compra do peixe fresco deve observar aparência e textura do produto: guelras avermelhadas, olhos que ocupam toda a órbita e escamas com aderência firme são bons sinais.

“O consumidor só deve comprar peixes com o ventre íntegro. Quando essa parte se rompe, é um alerta de estágio avançado de alteração. Além disso, para que o peixe tenha uma validade mais extensa, é preciso tirar as vísceras antes de armazená-lo”, afirma Aline.

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