Uma operação da Polícia Civil, em colaboração com o CRECI-AL, buscou prender o corretor Carlos Roberto Pereira Júnior, foragido de Mato Grosso do Sul, mas ele não foi encontrado em seu último endereço em Maceió.
Carlos Roberto é acusado de estelionato e enfrenta processos ético-disciplinares, tendo sido condenado a sete anos de prisão em seu estado de origem, onde tentava obter licença para atuar no mercado imobiliário de Alagoas.
A operação contou com o apoio de fiscais de ambos os estados e a polícia solicita que qualquer informação sobre o paradeiro do foragido seja reportada pelo Disque Denúncia, garantindo anonimato ao denunciante.
Uma operação da Polícia Civil, com apoio do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Alagoas (CRECI-AL), foi deflagrada para o cumprimento de um mandado de prisão contra o corretor de imóveis Carlos Roberto Pereira Júnior, foragido do estado do Mato Grosso do Sul. No entanto, o alvo não foi localizado no endereço indicado, um apartamento no bairro de Cruz das Almas, em Maceió.
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Os policiais encontraram a esposa do corretor e ela foi conduzida para prestar esclarecimentos sobre o paradeiro do marido.
Carlos Roberto responde por crimes de estelionato em Mato Grosso do Sul, além de enfrentar processos ético-disciplinares no conselho regional daquele estado. Ele é inscrito no Conselho local.
O delegado Robervaldo Davino, do 6º Distrito Policial de Maceió, também contou com o auxílio de fiscais de Alagoas e do Mato Grosso do Sul, durante a operação.
"É um homem foragido do Mato Grosso do Sul, onde foi condenado a sete anos pelo crime de estelionato. A Polícia Civil teve conhecimento do paradeiro dele após o CRECI de Alagoas entrar em contato, pois esse homem tentava tirar a carteira dele para trabalhar com a venda de imóveis aqui no estado. Nesse momento, foi levantado o histórico e descobrimos o endereço", ressaltou Davino.
Quem tiver informações sobre o paradeiro de Carlos Roberto pode entrar em contato com número 181 (Disque Denúncia). A ligação não gera custos e a identidade do denunciante será preservada.