CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão

Publicado em 26/02/2026, às 11h52
Imagem CPI do INSS aprova quebra de sigilo bancário de filho de Lula; sessão é marcada por confusão

Por g1

A CPI mista do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, em meio a suspeitas de envolvimento em um esquema de corrupção relacionado a pagamentos de R$ 300 mil.

A investigação foi motivada por reportagens que indicam que Lulinha teria recebido dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como 'Careca do INSS', levantando a possibilidade de que ele atuasse como sócio oculto do empresário.

Além da quebra de sigilo de Lulinha, a CPI também aprovou requerimentos para investigar o Banco Master, incluindo a convocação do ex-CEO da instituição, Augusto Ferreira Lima, para prestar esclarecimentos.

Resumo gerado por IA

A CPI mista do INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como "Lulinha".

Após a votação, houve confusão e empurra-empurra durante a sessão. Governistas se aproximaram da mesa diretora para protestar, quando houve o tumulto. Alguns parlamentares que ameaçavam brigar, inclusive, tiveram de ser separados.

Veja o vídeo: 

Lulinha entrou na mira de parlamentares da oposição após a publicação de reportagens que afirmam que o filho de Lula teria recebido dinheiro de Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS".

Segundo o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), a medida se faz necessária pela suspeita de que o filho do presidente tenha atuado como ‘sócio oculto’ de Antônio Camilo.

"A necessidade de investigar Fabio Luis decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de ‘o filho do rapaz’”, afirma.

A CPMI aprovou ainda requerimentos voltados ao Banco Master, como a quebra de sigilo bancário e fiscal da empresa. Além disso, foram aprovados requerimentos convocando o ex-CEO do banco, Augusto Ferreira Lima.

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