Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso em nova operação da PF

Publicado em 04/03/2026, às 07h25 - Atualizado às 08h16
Divulgação
Divulgação

Por CNN Brasil

O ministro André Mendonça, do STF, ordenou a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em uma nova fase da operação Compilance Zero, que investiga fraudes na instituição financeira, com a prisão sendo realizada pela Polícia Federal em São Paulo.

A operação visa apurar crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos, contando com o apoio do Banco Central e resultando em quatro prisões preventivas e 15 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais.

Além das prisões, foram executadas ordens de afastamento de cargos públicos e o bloqueio de bens que podem chegar a R$ 22 bilhões, com o intuito de interromper a movimentação de ativos relacionados ao grupo investigado e preservar valores ligados às práticas ilícitas.

Resumo gerado por IA

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quarta-feira (4), a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da operação Compilance Zero, que apura suspeitas de fraude na instituição financeira. A prisão foi cumprida pela PF (Polícia Federal), em São Paulo.

Vorcaro já havia sido preso em novembro do ano passado, na primeira fase da operação, mas foi solto na sequência. Na época, foi determinado que o empresário fizesse o uso de tornozeleira eletrônica.

Segundo apurou a CNN, a nova prisão foi motivada após a suspeita de Vorcaro tentar atrapalhar as investigações relacionadas ao Master. O empresário teria feito uma ofensiva contra envolvidos e testemunhas ligadas ao caso.

Nova fase da operação

De acordo com a PF, a nova fase da operação deflagrada nesta quarta tem como objetivo investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa. As investigações contaram com o apoio do Banco Central.

Ao todo, a PF cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Em comunicado à imprensa, agentes também cumpriram ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

Gostou? Compartilhe