A polícia civil do Tocantins e de Alagoas desmantelou uma rede de pistoleiros contratados para assassinar o produtor de abacaxis José Geraldo Oliveira Fonseca, morto em setembro de 2024, em Miranorte, revelando a complexidade do crime organizado na região.
As investigações, que duraram cerca de um ano, utilizaram monitoramento bancário e análise de imagens para identificar os envolvidos, incluindo o pagamento fracionado feito aos executores do crime.
O mandante do assassinato, identificado como Roberto Coelho de Sousa, foi preso, enquanto os dois pistoleiros morreram em confronto com a polícia, evidenciando a violência associada a disputas de mercado na produção agrícola local.
Depósitos bancários e fragmentos digitais ajudaram as polícias civis do Tocantins e de Alagoas a identificar um dos pistoleiros alagoanos contratados para matar o produtor de abacaxis José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos. O crime ocorreu em 7 de setembro de 2024, na cidade de Miranorte, no norte do país.
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Segundo a polícia, as investigações duram cerca de um ano, e os envolvidos no crime foram identificados a partir de monitoramento bancário, análise de imagens e cooperação entre equipes do Tocantins, Alagoas e Rio de Janeiro.
As investigações apontaram que o pagamento pelo crime foi feito em parcelas, por meio de depósitos nas contas dos executores. A investigação conseguiu identificar intermediários, rastrear os pagamentos fracionados e descobrir a identidade dos responsáveis pelo homicídio.
A identificação de um dos pistoleiros também foi possível por meio da papiloscopia, que detectou fragmentos de digitais no local do crime.
Os dois atiradores morreram em confronto com a polícia de Alagoas na última terça-feira, 10. Os tiroteios foram registrados em dois locais diferentes, sendo um em Maceió e outro em Campo Alegre.
QUEM É O MANDANTE
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