Uma delas é irmã de ator de 'Baywatch'; casos ocorreram em escola no Arizona
Duas professoras do Arizona estão sendo acusadas de abuso sexual contra o mesmo aluno do ensino médio, resultando na demissão de Haley Beck e na saída de Angela Burlaka após 25 anos de trabalho. As acusações incluem relações sexuais e envio de conteúdos inapropriados ao estudante.
Haley Beck, irmã do ator Noah Beck, supostamente pagou ao aluno por sexo e fez comentários sobre a natureza de seus encontros, enquanto Burlaka enviou um vídeo nu ao estudante. O caso levanta preocupações sobre a dinâmica de poder e a exploração de jovens em ambientes escolares.
Ambas as professoras enfrentam acusações criminais e especialistas em abuso infantil destacam a gravidade da situação, enfatizando que o que ocorreu foi abuso e estupro de criança. A idade do aluno não foi divulgada, mas ele estava no segundo ano do ensino médio durante os incidentes.
Duas professoras — incluindo uma irmã de Noah Beck, ator da série "Baywatch" — estão sendo acusadas de abuso sexual contra o mesmo aluno do ensino médio no Arizona (EUA).
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Haley Beck, de 27 anos, foi demitida após acusações de que aliciou e manteve "relações sexuais" com o aluno. Segundo o processo, Haley chegou a pagar ao menor pelo "sexo". Em mensagens, ela disse que os encontros "pareciam prostituição", informou a emissora KBTX.
Outra professora da mesma escola, Angela Burlaka, de 47 anos, também pediu demissão após 25 anos de trabalho, depois de enviar ao mesmo estudante um vídeo em que aparece dizendo o nome dele enquanto se exibe nua, segundo um relatório policial de quase 200 páginas obtido pela emissora. Não está claro se o caso chegou a ser físico.
Haley, que é popular no TikTok, parecia ter conhecimento do comportamento da outra professora. Certa vez, teria escrito para o garoto dizendo que não "gostava de ser comparada à Sra. B (de Burlaka)" porque a "rival" era muito mais velha.
Na semana passada, acusações criminais foram apresentadas contra as duas professoras.
"Aquilo não era um relacionamento", disse Jessica Nicely, especialista em prevenção de abuso infantil, referindo-se ao costume, muitas vezes visto em redes sociais, de minimizar os danos causados às vítimas do sexo masculino. "Ele era uma criança, e aquilo foi abuso e estupro de criança", afirmou ela sobre as alegações.
A idade da vítima não foi informada, mas ele cursava o segundo ano do ensino médio quando os abusos ocorreram.
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