Jogador é pai de quatro filhos
Edilson Capetinha, confinado no 'BBB 26', enfrenta rumores de uma nova prisão por dívida de pensão, mas seu advogado afirma que a situação está regularizada e que ele prioriza seus filhos.
O atleta já foi preso quatro vezes por não pagar pensão, com dívidas acumuladas que levaram a penhoras de bens, mas sua defesa destaca que ele superou dificuldades financeiras e ajustou suas obrigações.
A defesa de Edilson reconhece os desafios enfrentados após a interrupção de sua carreira e afirma que a revisão da pensão foi necessária para refletir sua realidade financeira atual, com a situação agora sob controle.
Confinado no "BBB 26", Edilson Capetinha, que é pai de quatro filhos, já foi preso quatro vezes por não pagar pensão. Agora, o advogado do atleta veio a público para desmentir a possibilidade de uma nova prisão em meio ao reality show e rebateu que o ex-jogador da Seleção brasileira estivesse devendo R$ 2 milhões.
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"O Edilson é pai de quatro filhos, que sempre foram e continuam sendo sua maior prioridade. Ao longo da vida, ele sempre buscou dar o melhor a todos, dentro das possibilidades que teve em cada momento (...). A pensão encontra-se regularmente em dia, sem qualquer risco de prisão, atendendo plenamente aos interesses da jovem, que está próxima a completar a maioridade, como deve ser", diz um trecho da nota assinada pelo advogado Sylvio Augusto enviada ao EXTRA.
Uma reportagem da "Folha de São Paulo" cita decisões da Justiça de penhoras de bens de Edilson nos últimos anos para pagar dívidas. Além disso, o advogado de uma das partes teria incluído um pedido ao Tribunal para que tudo que Edilson Capetinha ganhar no "BBB 26" entre na conta para abatimento das despesas. A defesa do jogador explica:
"O Edilson jamais se furtou às suas responsabilidades como pai. O que existiu foi um período de profunda dificuldade financeira, psicológica e emocional, hoje superado com diálogo, ajustes legais e compromisso com todos os seus filhos".
A defesa de Capetinha reconhece as dificuldades financeiras que o atleta passou e, por isso, ajustes foram feitos.
"Após a interrupção abrupta de sua carreira no futebol, situação que ele próprio já mencionou publicamente e também no programa, houve uma perda total de sua fonte de renda e do patrimônio construído ao longo dos anos. Em determinado período, ele passou a enfrentar uma realidade financeira extremamente difícil, que tornou impossível arcar com uma pensão fixada em patamar equivalente a cerca de dez salários mínimos para apenas um dos filhos, sem qualquer margem de flexibilidade ou adequação à sua condição real naquele momento. É importante esclarecer também que, nesse período, ele contou com orientações inadequadas, o que contribuiu para o acúmulo da situação, somado à ausência de compreensão e negociação por parte da genitora da criança. Somente após a reorganização de sua assessoria jurídica foi possível levar a questão ao Judiciário de forma técnica e responsável, resultando na revisão da pensão para um valor ainda alto, mas próximo da sua realidade financeira".
Prisões por não pagamento de pensão
Edilson já foi preso ao menos quatro vezes por atraso no pagamento de pensão alimentícia. A primeira ocorreu em março de 2014, quando foi detido na Avenida Garibaldi, em Salvador. A segunda foi em julho de 2016, em Brasília, por uma dívida que chegava a R$ 430 mil. A terceira prisão aconteceu em agosto de 2017, em um shopping da capital baiana. A última foi registrada em 2018, quando o ex-jogador participaria de um jogo e de um jantar festivo em Rio Negrinho, em Santa Catarina.
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