O Cruzeiro conquistou o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior ao vencer o São Paulo por 2 a 1, em uma final disputada na Arena Mercado Livre Pacaembu, marcando seu segundo troféu na competição.
A partida foi marcada por um início dominado pelo Cruzeiro, que abriu o placar logo aos 11 minutos, mas o São Paulo empatou antes do intervalo, mostrando uma reação significativa durante o jogo.
No segundo tempo, o Cruzeiro voltou a marcar e, apesar da pressão final do São Paulo, conseguiu manter a vantagem, garantindo a vitória e o título.
O Cruzeiro venceu o São Paulo por 2 a 1 e ficou com o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior, neste domingo (25), na Arena Mercado Livre Pacaembu.
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Em uma final intensa e marcada por muita disputa, o Tricolor até tentou reagir, mas não conseguiu conter a força da Raposa, que foi mais eficiente nos momentos decisivos da partida. Este foi o segundo título conquistado pela equipe mineira na competição.
Como foi a final entre São Paulo e Cruzeiro?
O São Paulo iniciou a partida sob forte pressão do Cruzeiro, que dominava as ações e impunha intensidade desde os primeiros minutos. A superioridade da equipe mineira se transformou em gol aos 11 minutos. Em cobrança de escanteio, Baptistella cruzou na segunda trave, a bola passou por João Pedro, goleiro do Tricolor, e William apareceu livre na área para completar para o fundo da rede.
A equipe comandada por Allan Barcellos tentou reagir. Passou a avançar mais as linhas e a explorar espaços, principalmente pelo lado direito, e chegou a levar perigo em uma finalização de Tetê.
O ritmo aumentou, assim como a intensidade. O clima esquentava e as equipes chegaram a se estranhar diversas vezes. O São Paulo cresceu em volume, e nos acréscimos do primeiro tempo, foi a vez de Isac brilhar. Após cobrança de escanteio do São Paulo, a bola atravessou a área e chegou a Gustavo Santana, que fez o desvio. Dentro da pequena área, Isac finalizou para o fundo do gol e empatou a partida.
Do lado do Cruzeiro, as jogadas esbarravam nas disputas com os jogadores comandados por Allan Barcellos, mas o cenário começou a mudar. Aos 28 minutos do segundo tempo, Gustavinho arriscou de muito longe, a bola bateu na trave e, no rebote, nas costas de João Pedro, antes de morrer no fundo da rede: 2 a 1 para a equipe mineira.
Três minutos depois, surgiu uma esperança para o Tricolor, com a possibilidade de um pênalti. Kaiquy Luiz chegou atrasado e cometeu a falta. O lance foi analisado, mas a arbitragem entendeu que não houve penalidade, assinalando apenas a infração, cobrada por Felisberto.
Os minutos finais foram tensos, com muita movimentação na área tricolor, mas esbarrando em uma defesa mineira bem postada e consistente. Na torcida do Cruzeiro, gritos de "Pacaembu é nosso" começaram a soar antes mesmo do apito final.
O São Paulo se lançou ao ataque em busca do empate, mas teve dificuldades para criar chances claras. Bem postado defensivamente, o Cruzeiro se fechou e passou a explorar os contra-ataques. E a estratégia surtiu efeito. O time de Minas Gerais segurou o resultado e soltou o grito de campeão.