Esposa de líder do crime organizado é presa em condomínio fechado de Paripueira

Operação interestadual prende esposa de líder de facção que seguia atuando mesmo com chefe preso

Publicado em 10/02/2026, às 09h45
Mulher foi presa em casa, em condomínio de Paripueira - Foto: Reprodução
Mulher foi presa em casa, em condomínio de Paripueira - Foto: Reprodução

por Eberth Lins

Publicado em 10/02/2026, às 09h45

Uma operação policial na Bahia resultou na prisão da esposa de um criminoso de alta periculosidade em Paripueira, suspeita de integrar uma quadrilha que atua em vários estados do Nordeste, mesmo com o marido já encarcerado.

Durante a ação, foram apreendidos itens como dinheiro falso, drogas e veículos, além de um bloqueio judicial de R$ 270 milhões em contas ligadas aos suspeitos, evidenciando uma movimentação financeira suspeita.

As investigações seguem em andamento para desmantelar completamente a organização criminosa e evitar que seus membros continuem a operar crimes e movimentar recursos ilícitos.

Resumo gerado por IA

Uma operação policial que teve início na Bahia prendeu, nesta terça-feira (10), em Paripueira, Região Metropolitana de Maceió, a esposa de um criminoso de alta periculosidade suspeita de integrar uma quadrilha com atuação em estados do Nordeste.

A mulher, de 36 anos, foi presa em um condomínio de classe média do município litorâneo; veja o momento da prisão:

Segundo as autortidades policiais, a mulher detida é companheira de uma das lideranças do grupo e continuava auxiliando o esquema criminoso mesmo com o marido já preso em um presídio de segurança máxima de Alagoas. No condomínio, policiais civis apreenderam um veículo e um aparelho celular; assista ao vídeo:

Durante a ação, batizada de Operação Martelo, os policiais apreenderam dinheiro falso, celulares, drogas, veículos e documentos, além de identificarem uma movimentação financeira milionária ligada ao grupo. A Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 270 milhões em contas bancárias e aplicações usadas pelos investigados, valor considerado incompatível com a renda declarada dos suspeitos.

As investigações indicam que a quadrilha mantinha ramificações na Bahia, Sergipe, Paraíba e Paraná, e que parte das ações era articulada a partir do sistema prisional, com apoio de familiares em liberdade.

A polícia informou que as apurações continuam com o objetivo de desmontar totalmente a organização criminosa e impedir que seus integrantes sigam comandando crimes e movimentando recursos ilícitos.

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