Em Maceió, a psicóloga Edvania Mendes Souto, de 70 anos, realizou um casamento sologâmico, oficializando a união consigo mesma como uma forma de autoafirmação após dois casamentos anteriores.
A cerimônia, que seguiu rituais tradicionais, foi organizada por uma cerimonialista e incluiu votos, decoração e uma lua de mel planejada para Nova Iorque, simbolizando a valorização da individualidade.
Considerada a primeira cerimônia desse tipo em Alagoas, a prática ainda é rara no Brasil e não possui validade jurídica, mas vem ganhando visibilidade como uma expressão de autoestima e compromisso pessoal.
Uma psicóloga de 70 anos chamou atenção em Maceió ao protagonizar um casamento incomum: ela decidiu oficializar a união consigo mesma. A história de Edvania Mendes Souto foi exibida nesta segunda-feira (6) no programa Fique Alerta, da PSCOM - Pajuçara Sistema de Comunicação, e mostra uma celebração marcada por simbolismo e autoafirmação.
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Após dois casamentos anteriores, um deles com duração de 37 anos, Edvania decidiu viver uma nova fase da vida apostando no que define como amor próprio. “É a autoafirmação, é você se sentir amada, é saber que eu me amo”, afirmou durante a reportagem.
A cerimônia, conhecida como casamento sologâmico, seguiu praticamente todos os rituais de uma união tradicional. Houve preparação prévia, decoração, convidados, cerimonialista, votos e até vestido de noiva. A celebração aconteceu no último domingo, com a presença de familiares e amigos. Confira a reportagem completa abaixo.
Celebração simbólica
A organização do evento ficou por conta da cerimonialista, Leda Clemente, que destacou o caráter emocional da cerimônia. Segundo ela, a proposta foi ressignificar a trajetória de vida da psicóloga, marcada por superação e independência.
Além da festa, Edivânia também realizou uma “lua de mel” — sozinha — com uma viagem para Nova Iorque, planejada como parte da experiência de celebração pessoal.
Apesar de ainda pouco comum, o casamento sologâmico tem ganhado visibilidade como uma forma simbólica de valorização da individualidade e da autoestima. No Brasil, casos semelhantes são raros e não possuem validade jurídica, sendo considerados manifestações de comportamento.
Caso raro em Alagoas
De acordo com a reportagem, a cerimônia realizada por Edvania é apontada como a primeira desse tipo em Alagoas. A prática, embora incomum, tem sido adotada por pessoas que desejam marcar um compromisso consigo mesmas.
Para a psicóloga, a decisão representa um marco pessoal. “Feliz para sempre, eu comigo mesma”, declarou.
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