Ryan Lochte, ex-nadador olímpico, decidiu vender três de suas medalhas de ouro em meio ao divórcio com Kayla Reid, arrecadando mais de US$ 385 mil. As medalhas representam conquistas significativas em sua carreira, incluindo vitórias em Atenas 2004, Pequim 2008 e Rio 2016.
Lochte já havia vendido medalhas de prata e bronze anteriormente, e a venda foi organizada pela casa de leilões Goldin, que destacou a importância das medalhas na trajetória do atleta. Em uma declaração, Lochte mencionou que deseja que suas medalhas tenham um propósito maior do que apenas serem exibidas.
O ex-nadador também é lembrado por um episódio controverso durante os Jogos Olímpicos do Rio em 2016, quando fez uma falsa denúncia de assalto, resultando em danos à sua imagem e uma suspensão de dez meses. A venda das medalhas pode ser vista como uma tentativa de recomeço em sua vida pessoal e profissional.
O ex-nadador e multicampeão olímpico Ryan Lochte decidiu se desfazer de parte de seu acervo olímpico.
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Em meio ao processo de divórcio da modelo Kayla Reid, o ex-atleta colocou à venda três medalhas de ouro conquistadas ao longo da carreira, que acabaram arrematadas por mais de US$ 385 mil -cerca de R$ 2,08 milhões, na cotação atual. As informações são do site de leilão Goldin.
As peças leiloadas correspondem a conquistas emblemáticas do nadador: o ouro no revezamento 4x200 metros livre em Atenas-2004, outro na mesma prova nos Jogos de Pequim-2008 --ao lado de Michael Phelps-- e mais um no Rio-2016. Antes disso, Lochte já havia vendido medalhas de prata e bronze obtidas em outras edições olímpicas.
O leilão foi organizado pela casa Goldin e aberto no dia 10 de dezembro. Um vídeo publicado no Instagram para anunciar a venda mostra Lochte ao lado de um representante da empresa.
No texto de divulgação, a Goldin descreveu as peças como "três medalhas de ouro que marcaram a ascensão de Ryan Lochte na história olímpica", ressaltando histórias de "domínio, trabalho em equipe e legado".
Em declaração ao site da revista People, o ex-nadador explicou a decisão de abrir mão dos prêmios. "Minhas medalhas olímpicas representam memórias que levarei para a vida toda, mas agora quero que elas façam mais do que apenas ficar em uma prateleira", afirmou.
RIO 2016
Apesar do currículo impressionante, Lochte também carrega um dos episódios mais controversos da história recente dos Jogos Olímpicos. Em 2016, durante a Olimpíada do Rio, ele afirmou que havia sido vítima de um assalto ao lado de outros três nadadores da seleção dos Estados Unidos. A versão, no entanto, foi desmentida após investigações conduzidas pelas autoridades brasileiras com apoio do comitê olímpico.
Ficou comprovado que o roubo nunca aconteceu. A falsa denúncia resultou em um forte desgaste de imagem e na suspensão de Lochte por dez meses de qualquer atividade ligada à natação, além de sanções esportivas e comerciais.
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