Ex-príncipe é preso no Reino Unido em meio a investigação sobre ligações com Epstein

Publicado em 19/02/2026, às 08h02
Novos arquivos de Epstein mostram ex-príncipe inglês Andrew ajoelhado ao lado de mulher - Divulgação/Departamento de Justiça dos EUA
Novos arquivos de Epstein mostram ex-príncipe inglês Andrew ajoelhado ao lado de mulher - Divulgação/Departamento de Justiça dos EUA

Por CNN Brasil

Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles III, foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, em meio a investigações sobre o repasse de documentos confidenciais a Jeffrey Epstein.

A prisão ocorreu após a divulgação de arquivos que ligam Mountbatten-Windsor a Epstein, embora ele negue qualquer irregularidade e tenha expressado arrependimento pela amizade com o criminoso.

A polícia não revelou o nome do detido, citando diretrizes nacionais, e a situação permanece em desenvolvimento com mais informações a serem divulgadas.

Resumo gerado por IA

A emissora britânica BBC noticiou nesta quinta-feira (19) que a polícia prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, irmão mais novo do rei Charles III, sob suspeita de má conduta em cargo público.

Jornais haviam noticiado que seis carros da polícia descaracterizados e cerca de oito policiais à paisana chegaram à Wood Farm, na propriedade de Sandringham, no leste da Inglaterra, na manhã desta quinta-feira.

A Polícia do Vale do Tâmisa afirmou no início deste mês que seus agentes estavam investigando alegações de que Mountbatten-Windsor teria repassado documentos confidenciais do governo ao falecido criminoso sexual, Jeffrey Epstein, segundo arquivos recentemente divulgados pelo governo dos Estados Unidos.

Mountbatten-Windsor, o segundo filho da falecida rainha Elizabeth, sempre negou qualquer irregularidade em relação a Epstein e disse lamentar a amizade entre eles, mas não respondeu a pedidos de comentários desde a divulgação dos documentos.

Sem mencionar o nome de Andrew, a polícia britânica informou que um homem por volta dos 60 anos foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público, acrescentando que não divulgaria o nome dele "em conformidade com as diretrizes nacionais".

Matéria em atualização

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