Família de motociclista morto em acidente reúne testemunhas contra motorista

Os familiares do motociclista Dayvisson Souza Paes, morto em um acidente no bairro Cidade Universitária, no último sábado, 4, estão reunindo pessoas que testemunharam a colisão para entrar com processos contra o motorista, identificado como Anderson Reis d

Publicado em 07/03/2017, às 16h01

Por Redação

Os familiares do motociclista Dayvisson Souza Paes, morto em um acidente no bairro Cidade Universitária, no último sábado, 4, estão reunindo pessoas que testemunharam a colisão para entrar com processos contra o motorista, identificado como Anderson Reis da Rocha, de 37 anos. Ele teria ingerido bebida alcoólica, invadido a contramão e colidido frontalmente com a moto. Uma criança de 7 anos também ficou ferida no acidente.

Em contato com o TNH1, o tio da vítima, Diógenes Paes, afirmou que até o momento duas pessoas já se prontificaram a contar a versão do acidente. “Quem estava lá confirma que ele estava muito embriagado e que outras pessoas evitaram que ele fosse linchado. Estamos buscando mais declarações para entrarmos com processo de danos morais e também na área penal”, contou.

A família, segundo Diógenes, ainda organiza uma mobilização juntamente com amigos de Dayvisson na Avenida Paulo Holanda, local do acidente. “Ainda não definimos a data, mas vamos fazer este ato para alertar a falta de sinalização. Não há nenhum tipo de monitoramento eletrônico ou lombadas na avenida”, afirma.

Por meio de nota enviada pela Secretaria Municipal e Comunicação, a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) informou que a Avenida Paulo Holanda é sinalizada conforme as normas reguladoras, dispondo de placas, sinalização horizontal e lombadas. De acordo com a equipe de levantamento de dados da SMTT, o acidente ocorrido no local foi resultante da imprudência do condutor.  

Anderson Reis se recusou a fazer o teste do bafômetro, porém, confessou a militares do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), que havia ingerido bebidas alcoólicas. Nos dados do processo, divulgados pelo site do Tribunal de Justiça, consta até o momento que o réu se encontra preso e que o crime foi classificado como homicídio culposo

Gostou? Compartilhe