Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 23 anos, foi encontrada morta com sinais de espancamento e um tiro na mão, em frente a uma UPA no Rio de Janeiro, gerando comoção e preocupação sobre a segurança na região.
A investigação aponta que a jovem pode ter sido assassinada por traficantes da facção ADA, após supostamente desviar dinheiro do ferro-velho onde trabalhava, enquanto duas amigas dela também foram agredidas pelos mesmos suspeitos.
O pai de Naysa, major da Polícia Militar, expressou sua dor nas redes sociais, e o enterro está marcado para a tarde de quarta-feira, com a família ainda sem se pronunciar sobre as investigações em andamento.
A jovem Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, 23, filha de um major da Polícia Militar, foi morta com sinais de espancamento no domingo (4) na zona oeste do Rio de Janeiro. Seu corpo foi deixado na porta de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Em uma das mãos também havia uma marca de tiro.
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A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital é a de que a jovem teria desviado dinheiro do ferro-velho no qual trabalhava. O estabelecimento pertenceria a traficantes da facção ADA (Amigos dos Amigos).
Duas amigas da jovem também foram agredidas pelos suspeitos, que seriam traficantes do Complexo do Jardim Novo, em Realengo, região conhecida como Favela da Light, na zona oeste. Elas sobreviveram.
Nas redes sociais, o major Neyfson Borges, pai de Naysa, postou várias homenagens à filha. Em um dos textos escreveu: "Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito. Mas separa um algodão-doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos virmos novamente". A reportagem não conseguiu contato com ele, e a família não se manifestou sobre as investigações.
O enterro do corpo de Naysa será na tarde desta quarta-feira (7) no cemitério Jardim da Saudade Sulacap.
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